Produção e pós-colheita da videira BRS Vitória sob déficit hídrico controlado no Submédio do Vale do São Francisco.

dc.contributorANGELA LIRIEL PEREIRA UMBELINO, UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO; WELSON LIMA SIMOES, CPATSA; JUCICLÉIA SOARES DA SILVA, CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO; MÁRCIA VITÓRIA DE MACEDO, UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO; ITALLA MIKELLY BARBOSA, INSTITUTO FEDERAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SERTÃO PERNAMBUCANO.
dc.creatorUMBELINO, A. L. P.
dc.creatorSIMOES, W. L.
dc.creatorSILVA, J. S. da
dc.creatorMACEDO, M. V. de
dc.creatorBARBOSA, I. M.
dc.date2024-07-02T13:56:06Z
dc.date2024-07-02T13:56:06Z
dc.date2024-07-02
dc.date2023
dc.date.accessioned2026-07-07T05:59:16Z
dc.descriptionA ineficiência do manejo hídrico tem sido limitante à sustentabilidade do cultivo de videira (Vitis sp.) em regiões tropicais. Assim, objetivou-se identificar, na ‘BRS Vitória’, a fase do cultivo menos sensível ao déficit hídrico, com o intuito de gerar uma forma de manejo mais eficiente para as condições do Submédio do Vale do São Francisco. O experimento foi realizado em área de produção comercial em Petrolina, PE, com irrigação por gotejamento, em blocos casualizados com dez tratamentos, sendo: T1, T4 e T7 - 55% da evapotranspiração da cultura – ETc; T2, T5 e T8 - 70% da ETc e T3, T6 e T9 - 85% da ETc, sendo estes tratamentos aplicados nas três fases fenológicas (I – da brotação à floração; II – da frutificação até início de maturação, e III – do início da maturação à colheita dos frutos). O T10 foi a lâmina de 100% da ETc em todo ciclo, com quatro repetições. As variáveis analisadas foram fisiologia da produção e a eficiência de uso da água. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas por regressão. Apesar de uma chuva forte na fase de floração ter proporcionado uma alta perda por abortamento, necessitando reiniciar o ciclo de cultivo, ainda foi possível realizar a avaliação fisiológica na fase I da cultura. Observou-se que o estresse influenciou significativamente a condutância estomática, variando de 0,067 mol H2O m-2 s-1, com 55% da ETc a 0,073 mol H2O m-2 s-1 com 100% da ETc; a fotossíntese, variando de 6,75 μmol CO2 m-2 s-1 com 55% da ETc a 8,16 μmol CO2 m-2 s-1 com 100% da ETc e a transpiração, variando de 2,79 mmol m-2 s-1 com 55% da ETc a 3,55 mmol m-2 s-1 com 100% da ETc. Entretanto, apenas na conclusão do ciclo em andamento será possível avaliar este efeito na produtividade e qualidade dos frutos.
dc.formatp. 46.
dc.identifierIn: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMIÁRIDO, 17., 2023, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semiárido, 2023.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1165295
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/503957
dc.languagepor
dc.relation(Embrapa Semiárido. Eventos Técnicos & Científicos, 1).
dc.rightsopenAccess
dc.subjectBRS Vitória
dc.subjectDéficit hídrico
dc.subjectUva
dc.subjectPós-Colheita
dc.subjectGrapes
dc.subjectPostharvest technology
dc.subjectPostharvest treatment
dc.titleProdução e pós-colheita da videira BRS Vitória sob déficit hídrico controlado no Submédio do Vale do São Francisco.
dc.typeResumo em anais e proceedings

Archivos