Etiologia da mortalidade de miniestacas de Eucalyptus benthamii e possíveis fontes de inóculo.

dc.contributorTHIARE APARECIDA DO VALLE COELHO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
dc.contributorIZABELE DOMINGUES SOARES, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
dc.contributorIZABELA MOURA DUIN, Instituto Agronômico do Paraná – IAPAR, Londrina
dc.contributorEDUARDO HENRIQUE REZENDE, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
dc.contributorCELSO GARCIA AUER, CNPF
dc.contributorALVARO FIGUEREDO DOS SANTOS, CNPF.
dc.creatorCOELHO, T. A. do V.
dc.creatorSOARES, I. D.
dc.creatorDUIN, I. M.
dc.creatorREZENDE, E. H.
dc.creatorAUER, C. G.
dc.creatorSANTOS, A. F. dos
dc.date2019-09-03T19:09:02Z
dc.date2019-09-03T19:09:02Z
dc.date2019-08-30
dc.date2019
dc.date2019-10-03T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T03:29:42Z
dc.descriptionEucalyptus benthamii é originário da Austrália, cultivado na região Sul do Brasil, devido à sua tolerância ao clima frio. Durante a produção de mudas dessa espécie vários fatores bióticos e abióticos adversos têm surgido em viveiros. Dessa forma, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a podridão de miniestacas de E. benthamii em três clones comerciais, a patogenicidade dos principais fungos encontrados e as principais fontes de inóculo dos fungos causadores dessa doença. As coletas foram realizadas em viveiro clonal de Guarapuava/PR, em setembro de 2016 (1ª coleta) e abril de 2017 (2ª coleta). Coletaram-se miniestacas em fase de enraizamento com sintomas de podridão aparente, brotações sadias, amostras do substrato utilizado para o enraizamento, areia proveniente do minijardim clonal, tubetes, e britas provenientes do piso da estufa. Para detecção e identificação dos fungos, utilizaram-se os métodos de isolamento direto, isolamento indireto, diluição em série, teste com isca de folha de mamona (Ricinus communis) e plaqueamento de resíduos. Botrytis cinerea, Complexo Calonectria scoparia, Fusarium spp. e Pestalotiopsis sp. são os agentes causais da podridão de miniestacas em E. benthamii. Miniestaca assintomática, tubete plástico reutilizado, brita, areia e substrato reutilizado podem ser as principais fontes de inóculo.
dc.identifierSumma Phytopathologica, Botucatu, v. 45, n. 2, p. 157-163, 2019.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1111777
dc.identifier10.1590/0100-5405/191788
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/435317
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectComplexo Calonectria scoparia
dc.subjectDoença em viveiro
dc.subjectEucalipto
dc.subjectBotrytis Cinerea
dc.titleEtiologia da mortalidade de miniestacas de Eucalyptus benthamii e possíveis fontes de inóculo.
dc.typeArtigo de periódico

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