Processos de formação de solos associados às depressões de topo dos tabuleiros costeiros no Nordeste brasileiro.

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Os tabuleiros mais extensos apresentam com muita assiduidade depressões, às quais estão associados solos diferenciados. Geralmente a textura dos solos fica mais arenosa, e o hidromorfismo mais acentuado, à medida que se aproxima dessas depressões. Assim, os solos de todas elas tendem a apresentar processos e feições associados ao excesso de água e horizontes cimentados. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho foi determinar a dinâmica de Fe, Al, Si e a distribuição das frações orgânicas nos perfis de solos a fim de caracterizar os processos de formação de seqüências de solos dos tabuleiros costeiros associadas às depressões de topo de paisagem. Para isso foram selecionadas quatro áreas de Tabuleiros Costeiros, apresentando topos associados às depressões suaves, e uma área de restinga, entre o sul da Bahia e Alagoas. Três processos de extração de Fe, Al e Si foram realizados. Uma extração foi feita pelo ditionito-citrato-bicarbonato, a outra extração foi pelo oxalato ácido de amônio e a última extração foi realizada pelo pirofosfato de sódio. O Fe e o Al foram determinados por espectrofotometria de absorção atômica e o Si por espectrometria de emissão atômica por plasma. O fracionamento do CO foi feito baseado na solubilidade das substâncias húmicas em meio alcalino e ácido. O Al foi o principal metal extraído nos horizontes cimentados, ficando em segundo plano o Fe e o Si. Em relação ao fracionamento do CO é possível dizer que a fração humina compõe a maior parte do húmus dos solos estudados, os ácidos fúlvicos mostraram-se mais móveis.

Palabras clave

Tabuleiro Costeiro, Nordeste, Brasil, Solo, Carbono, Soil, Carbon

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