Degradação ruminal da fração fibra de silagens de milho sem espigas com cana-de-açúcar e bagaço de mandioca

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Universidade Estadual de Maringá

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Avaliou-se a degradação ruminal da fibra em detergente neutro (FDN) e em detergente ácido (FDA) de silagens de milho sem espigas (SMSE) com cana -de-açúcar (CA) e bagaço seco de mandioca (BSM), comparadas com a silagem de milho com espigas (SMCE). Os alimentos foram ensilados com (CI) e sem inoculante (SI) - Lactobacillus plantarum e L. paracasei ssp. paracasei. Estudaram-se: as frações solúvel (A), potencialmente degradável (B) e não-degradável (C); a taxa de degradação da fração B (c); a degradabilidadeefetiva (DE) e potencial (DP). Os tratamentos foram: T1 (SMSE + 20% CA-SI); T2 (SMSE + 20% CA-CI); T3 (SMSE + 35% CA-SI); T4 (SMSE + 35% CA-CI); T5 (SMSE + 20% BSM-SI); T6 (SMSE + 20% BSM-CI); T7 (SMSE + 35% BSM-SI); T8 (SMSE +35% BSM-CI); T9 (SMCE-SI) e T10 (SMCE-CI). Médias foram comparadas em um delineamento inteiramente casualisado. As mai ores (p<0,05) frações B da FDN foram verificadas nos tratamentos T7 (B = 74,8%), T8 (B = 70,2%), T6 (B = 66,2%) e com a menor adição de CA, ou seja: em T2 (B = 65,0%). Não houve diferença (p >0,05) para a fração C da FDA dos tratamentos T3 (C = 20,7%), T4 (C = 22,6%), T9 (C = 22,7%) e T10 (C = 24,0%). Os resultados indicam que há possibilidade para a inclusão do BSM no lugar das espigas de milho verde para a produção de silagem até o nível de 35%.

Palabras clave

Agrociencias

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