EFEITO DO NÍVEL DE ESCOLARIDADE NO CONSUMO DE CARNE BOVINA E HORTALIÇAS NO BRASIL

dc.creatorNOVAES, AMILTON LUIZ
dc.creatorSPROESSER, RENATO LUIZ
dc.creatorSOUZA, PAULO AUGUSTO RAMALHO DE
dc.creatorMOURAD, CAMILA BENATT
dc.creatorTRDEZINI, CÍCERO ANTÔNIO DE OLIVEIRA
dc.date2017-04-01T13:53:18Z
dc.date.accessioned2026-07-09T07:03:44Z
dc.descriptionEste artigo analisa a evolução da freqüência declarada de consumo de carne bovina e de hortaliças no Brasil. Para tal, utilizou-se o método dedutivo de pesquisa, e a pesquisa documental e de campo (survey) como métodos de procedimento. Foram aplicados 1545 questionários em quatro capitais brasileiras. Os resultados apontam para um maior consumo de hortaliças à medida que aumentam os capitais econômico e cultural, este último medido, neste trabalho, pelo nível de escolaridade, da população. Uma maior freqüência de consumo de carne bovina é declarada por consumidores com renda familiar entre 8 e 10 salários mínimos mensais, no entanto com menor nível de escolaridade. Pois, conforme observado, quando comparado indivíduos com o mesmo nível de renda, os de maior grau de escolaridade consomem menos carne bovina e mais hortaliças. O princípio de imitação-distinção, defendido por Bourdieu (1996), como um dos fatores determinantes da evolução dos hábitos alimentares pôde ser verificado.
dc.identifierdoi:10.22004/ag.econ.148449
dc.identifierhttps://ageconsearch.umn.edu/record/148449/files/764.pdf
dc.identifierhttp://ageconsearch.umn.edu/record/148449
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/584054
dc.languageeng
dc.publisher
dc.sourcehttp://ageconsearch.umn.edu/record/148449
dc.titleEFEITO DO NÍVEL DE ESCOLARIDADE NO CONSUMO DE CARNE BOVINA E HORTALIÇAS NO BRASIL
dc.typeText

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