Bactérias associadas com esponjas marinhas produzem peptídeos cíclicos com atividade anti oomiceto.
| dc.contributor | D.T. SOUZA, CNPMA; F. S. P. SILVA; E. J. CREVELIN, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto; S. N. SANTOS; J. F. A. MORAIS; L. A. B. MORAES, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto; SONIA CLAUDIA DO N DE QUEIROZ, CNPMA; ITAMAR SOARES DE MELO, CNPMA. | |
| dc.creator | SOUZA, D. T. | |
| dc.creator | SILVA, F. S. P. | |
| dc.creator | CREVELIN, E. J. | |
| dc.creator | SANTOS, S. N. | |
| dc.creator | MORAIS, J. F. A. | |
| dc.creator | MORAES, L. A. B. | |
| dc.creator | QUEIROZ, S. C. do N. de | |
| dc.creator | MELO, I. S. de | |
| dc.date | 2017-07-10T23:49:00Z | |
| dc.date | 2017-07-10T23:49:00Z | |
| dc.date | 2017-03-29 | |
| dc.date | 2016 | |
| dc.date | 2018-04-18T11:11:11Z | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-07T05:04:07Z | |
| dc.description | Bactérias associadas com esponjas marinhas têm sido exaustivamente exploradas pela indústria farmacêutica como uma fonte rica de metabólitos secundários. Contudo, pouco esforço tem sido dedicado à descoberta de compostos agroquímicos a partir de produtos naturais marinhos. Neste trabalho, foram investigados os compostos produzidos por bactérias isoladas de esponjas marinhas, capazes de inibir o crescimento micelial de oomicetos fitopatogênicos pertencentes ao gênero Pythium. Os bioensaios mostraram que bactérias associadas às esponjas Didiscus oxeata e Scopalina ruetzleri inibem o crescimento de P. aphanidermatum, P. graminicola e P. ultimum. Subsequentemente, foi realizado o fracionamento do extrato bruto guiado por bioensaio usando cromatografia líquida de alta eficiência. A identificação estrutural dos compostos, presente na fração bioativa, foi realizada por espectrometria de massas sequencial (ESI-MS/MS). Esta ferramenta possibilitou a identificação de dipepitídeos cíclicos pertencentes à classe das dicetopiperazinas (DKPs), a partir de duas bactérias filogeneticamente distintas, classificadas com base no sequenciamento do gene 16S rRNA como Terrabacter sp. ASPSP 140 e Bacillus sp. ASPSP 434. Estes dados reforçam o potencial uso de bactérias associadas com esponjas marinhas para o controle de oomicetos fitopatogênicos e fornece a base para o futuro desenvolvimento de novos fungicidas de baixo impacto ambiental. | |
| dc.identifier | In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FITOPATOLOGIA, 49., 2016, Maceió. Anais... Maceió: Sociedade Brasileira de Fitopatologia, 2016. Ref. 193. | |
| dc.identifier | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1067796 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/479216 | |
| dc.language | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Pythirum | |
| dc.subject | ESI-MS/MS | |
| dc.subject | Dicetopiperazina | |
| dc.subject | Scopalina ruetzleri | |
| dc.subject | Didiscus oxeata | |
| dc.subject | Bactéria | |
| dc.title | Bactérias associadas com esponjas marinhas produzem peptídeos cíclicos com atividade anti oomiceto. | |
| dc.type | Resumo em anais e proceedings |
