Ocorrência de animais portadores de anticorpos para o vírus da Língua Azul no semiárido pernambucano.

dc.contributorJOSIR LAINE APARECIDA VESCHI, CPATSA; LUIZ FRANCISCO ZAFALON, CPPSE; lnstltuto Biológico, Laboratório de Viroses do Bovídeos, São Paulo; lnstltuto Biológico, Laboratório de Viroses do Bovídeos, São Paulo; lnstltuto Biológico, Laboratório de Viroses do Bovídeos, São Paulo; lnstltuto Biológico, Laboratório de Viroses do Bovídeos, São Paulo; lnstltuto Biológico, Laboratório de Viroses do Bovídeos, São Paulo.
dc.creatorVESCHI, J. L. A.
dc.creatorZAFALON, L. F.
dc.creatorRAMOS, E. M.
dc.creatorOKUDA, L. H.
dc.creatorSTEFANO, E.
dc.creatorNOGUEIRA, A. H. C.
dc.creatorRIBEIRO, C. P.
dc.creatorPITUCO, E. M.
dc.date2014-12-03T11:11:11Z
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dc.date2014-12-03
dc.date2014
dc.date2014-12-03T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T05:42:37Z
dc.descriptionA língua azul é uma doença vesicular que acomete os bovídeos, independente de idade, raça sexo ou sistema de criação. Tem como agente etiológico um vírus, denominado BTV e é transmitida por insetos hematófagos do gênero Culicoide. A distribuição histórica do vírus se situa entre as latitudes de aproximadamente 53ºN e 34ºS incluindo a recente expansão (desde 2006) mais ao norte da Europa atingindo todas as áreas com expressiva população de ruminantes. A doença da língua azul integra a lista de enfermidades que necessitam de diagnóstico diferencial com a febre aftosa, sendo uma das enfermidades de notificação obrigatória ao Serviço de Defesa Sanitária Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Foram avaliadas 57 amostras de soro sanguíneo de bovinos e 87 de caprinos, todos os animais pertencentes aos rebanhos da Embrapa Semiárido, Petrolina, PE. Foram também avaliadas 288 amostras de soro sanguíneo de ovinos, sendo 164 coletadas de animais encaminhados para o abate no Matadouro Municipal de Petrolina, PE, 39 amostras de ovinos de raças lanadas oriundos do estado do RS, e 85 de raças de ovinos deslanadas, todos pertencentes ao rebanho da Embrapa Semiárido, PE. O exame de língua azul foi realizado no Laboratório de Viroses de Bovídeos do Instituto Biológico, pelo método de IDGA, (Imunodifusão em Gel de Ágar), fabricante Panaftosa. Das amostras avaliadas 1,5% (7/432) foi reagente. Diante dos resultados, realizou-se uma coleta de amostras de sangue total com EDTA de todos os ovinos do rebanho com animais reagentes para realizar pesquisa direta do vírus pela técnica de RT- PCR e avaliar atividade viral. Na RT-PCR, todos os animais foram negativos, ou seja, não virêmicos. Portanto, foi possível concluir que, os ovinos foram introduzidos no município de Petrolina, região semiárida do estado de Pernambuco, já portadores de anticorpos contra o vírus da Língua Azul, indicando que a infecção ocorreu, provavelmente no Estado de origem.
dc.formatp. 61.
dc.identifierIn: CONFERÊNCIA NACIONAL DE DEFESA AGROPECUÁRIA, 5., 2014, Florianópolis. Defesa agropecuária a serviço de um Estado de excelência: anais. Florianópolis: Sociedade Brasileira de Defesa Agropecuária; Concórida: Embrapa Suínos e Aves, 2014.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1001508
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/498354
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectIDGA
dc.subjectBovídeos
dc.subjectAnticorpos
dc.subjectProdução animal
dc.subjectDoença
dc.subjectLíngua Azul
dc.subjectVírus
dc.subjectOvino
dc.subjectCaprino
dc.subjectAnimal production
dc.titleOcorrência de animais portadores de anticorpos para o vírus da Língua Azul no semiárido pernambucano.
dc.typeResumo em anais e proceedings

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