Caracterização e dinâmica de duas fases sucessionais em floresta secundária da mata atlântica.

dc.contributorADEMIR ROBERTO RUSCHEL, CPATU; Marcelo Mantovani, Prefeitura de Joaçaba, SC; Maurício Sedrez dos Reis, UFSC; Rubens Onofre Nodari, UFSC.
dc.creatorRUSCHEL, A. R.
dc.creatorMANTOVANI, M.
dc.creatorREIS, M. S. dos
dc.creatorNODARI, R. O.
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2010-02-22
dc.date2009
dc.date2015-02-02T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-06-30T23:30:52Z
dc.descriptionEm Santa Catarina, foi observado aumento da cobertura florestal nas últimas décadas, o que vem construindo uma paisagem florestal retalhada por um grande mosaico de fragmentos de vários estádios sucessionais. Neste trabalho, buscou-se avaliar o dinamismo do processo sucessional de dois diferentes estádios sucessionais. Em área florestal de 40 ha localizada no Município de São Pedro de Alcântara, SC, abandonada pelo uso agropecuário em meados de 1970, foram estabelecidas aleatoriamente parcelas permanentes (50 x 50 m), duas em estádio florestal secundário médio (SM) e quatro em estádio secundário avançado (SA). As avaliações anuais durante o período de 1994 a 2000 de todas as plantas arbóreas com DAP >5 cm revelaram que no SM os valores da densidade de plantas, residentes, recrutadas, mortas e ramificadas foram superiores em relação aos no SA. No entanto, a riqueza de espécies, área basal e distribuição diamétrica foram superiores no SA. Botanicamente, foram observadas com muita clareza as espécies e as famílias dominantes de cada estádio e igualmente o dinamismo sucessional desse grupo de espécies, aumento explosivo e posterior declínio e substituição, evidenciando-se perfeitamente a funcionalidade dos grupos ecológicos nessa tipologia florestal. Por fim, destacou-se que a densidade de plantas ramificadas é notadamente superior em estádios florestais secundários iniciais, embora as taxas de incremento corrente anual fossem similares. As avaliações florísticas mostraram, ainda, que as florestas no litoral catarinense se encontravam em dinâmica sucessional, em que espécies climáxicas vêm substituindo paulatinamente o grupo de espécies pioneiras, elevando a diversidade de espécies e a biomassa florestal.
dc.identifierRevista Árvore, Viçosa, MG, v. 33, n. 1, p. 101-115, jan./fev. 2009.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/658352
dc.identifier10.1590/S0100-67622009000100011
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/383426
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectEspécie florestal
dc.subjectIncremento diamétrico
dc.subjectRecrutamento
dc.subjectMortalidade
dc.subjectRamificação
dc.titleCaracterização e dinâmica de duas fases sucessionais em floresta secundária da mata atlântica.
dc.typeArtigo de periódico

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