Seleção e aplicação da microbiota amazônica no desenvolvimento de soluções para controle de Ralstonia solanacearum em tomateiro (Solanum lycopersicum L.).
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O tomateiro (Solanum lycopersicum L.) pertence à família Solanaceae e é originário da região andina, compreendendo Peru, Bolívia e Equador (1). É a hortaliça mais consumida no mundo, além de ser fonte de antioxidantes, como o licopeno (2;4). A produção do tomate pode ser comprometida por diversas doenças, entre estas, a murcha bacteriana causada por R. solanacearum, considerada uma das principais doenças que limitam a produtividade em regiões tropicais, principalmente no Amazonas (5). Neste contexto, a busca envolvendo a utilização de microrganismos antagonistas têm mostrado potencial quanto a sua utilização para o controle de doenças (7). E o controle biológico de fitopatógenos pode ocorrer por diferentes mecanismos, tais como a coprodução de antibióticos, o parasitismo, a competição pelo espaço físico e/ou a indução de resistência ao ataque de patógenos (3). Embora R. solanacearum seja um importante patógeno do tomateiro no Brasil, ainda é escassa a utilização de microrganismos antagonistas eficientes no controle desta doença (6). Portanto, esta pesquisa visou selecionar, identificar e avaliar in vitro e in planta bactérias antagonistas com potencial para desenvolvimento de bioinsumos que contribuam para o desenvolvimento agrícola sustentável.
Palabras clave
Tomate, Doença de Planta
