Determinação de pegajosidade em algodão utilizando imagens hiperespectrais no infravermelho próximo e calibração multivariada.

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A pluma de algodão a campo poderá conter contaminantes de origem vegetal, mineral ou animal que serão removidos no pré-processamento industrial. No entanto, um tipo de contaminação pouco comum é gerado pelo depósito de excretas entomológicos de difícil quantificação. O efeito é conhecido como pegajosidade e não permite ser removida da pluma uma vez presente. A pegajosidade é composta por uma solução concentrada de carboidratos eliminada pelo excesso de açúcares, água e aminoácidos decorrente de infestações da mosca branca (Bemisia argentifolii) e pulgão (Aphis gossypii). Ela é uma das causas de perdas econômicas todos os anos à cotonicultura mundial por interferir de forma irreversível na qualidade final da pluma de algodão. O objetivo deste trabalho foi desenvolver um método não destrutivo para determinação da pegajosidade do algodoeiro independente da origem da pluma empregando imagens hiperespectrais no infravermelho próximo (HSI-NIR). Foram utilizadas amostras sintéticas preparadas em laboratório dentro da faixa de pegajosidade definida a nível de campo.

Palabras clave

Contaminação Química, Imagens Hiperespectrais NIR, Pegajosidade, Quimiometria, Contaminação

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