Produção orgânica de tomate com diferentes sistemas e níveis de irrigação e coberturas de solo.
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Objetivou-se avaliar a produção de tomate orgânico utilizando diferentes sistemas e níveis de irrigação, nas condições da Região Centro-Oeste do Brasil. Foram testados os sistemas: gotejamento com uma (GO1L) e duas (GO2L) laterais por fileira de plantas; gotejamento com “mulch” de plástico preto (GOM); gotejamento em solo com “mulch” de palhada (GOP); microaspersão “subcopa” (MI); aspersão acima do dossel (AS); aspersão acima do dossel com “mulch” de palhada (ASP); e sulco (SU). Dois níveis de irrigação foram testados: tensão-limite de água no solo de 15/30 kPa (umidade elevada); e tensão de 30/60 kPa (umidade moderada). O sistema GOP apenas foi avaliado para a condição de umidade elevada e o SU para umidade moderada. Maiores produtividades e menores taxas de frutos com danos por insetos-pragas foram obtidos na AS e ASP, independente do nível de irrigação e uso de cobertura do solo (palhada). Os sistemas por gotejamento e MI proporcionaram aumento de produtividade quando se irrigou em regime de alta frequência, exceto para GOM. Os sistemas GO2L e AS, em ambos os níveis de irrigação, GOM e ASP, com umidade moderada, permitiram os mais altos índices de produtividade da água.
Trabalho apresentado no VII Congresso Brasileiro de Agroecologia, Fortaleza, 2011.
Trabalho apresentado no VII Congresso Brasileiro de Agroecologia, Fortaleza, 2011.
Palabras clave
Tomate, Agricultura orgânica, Produção, Irrigação, Solo, Solanum lycopersicum
