Fontes de resistência à Xanthomonas campestris pv. viticola em acessos de Vitis spp.
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As regiões mais quentes do Brasil produzem uva de mesa de qualidade superior quando comparadas com as regiões tradicionalmente produtoras, devido ao baixo índice de precipitação (semi-árido brasileiro) e/ou alta luminosidade e temperatura, como a região Noroeste de São Paulo. Neste último caso, a região Norte Fluminense apresenta potencial climático para a viticultura de mesa. Entretanto, o crescimento sustentável e a competitividade da viticultura dependem do uso de cultivares adaptadas, cuja produção atenda às demandas do mercado. Em geral, as cultivares comerciais são oriundas de zonas temperadas, onde a precipitação pluviométrica nos meses de verão é baixa. A introdução destas cultivares nas condições brasileiras, em regiões onde o verão é quente e chuvoso, tem apresentado como principal problema a ocorrência de doenças, sobretudo míldio, oídio (Camargo, 1997) e mais recentemente, em 1998, o cancro bacteriano ocasionado por Xanthomonas campestris pv. viticola (Araújo et al., 2000; Ferreira et al., 2000).
Palabras clave
Resistência a doenças, Uva, Cancro Bacteriano, Germoplasma
