Avaliação da tolerância à seca em citros: análise de expressão gênica induzida por ácido abscísico.

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Entre os vários problemas abióticos, o estresse hídrico é o principal fator a limitar a produtividade das culturas. A adaptação de plantas à seca é um fenômeno fisiológico complexo, que dependendo da intensidade e duração, pode induzir modificações que varia desde rápidas alterações no fluxo de íons, fechamento estomático e produção de osmoprotetores, até alterações dramáticas no padrão de crescimento. Um dos problemas que podem afetar drasticamente a produção nacional de citros é a carência de genótipos capazes de tolerar à seca; logo, existe a necessidade de estudar os mecanismos de tolerância a esse fator abiótico, a fim de contribuir para a seleção e criação de porta-enxertos mais tolerantes. Sabe-se que o ácido abscísico (ABA) desempenha um papel crucial na regulação da perda de água por meio das células guardas, e também na indução de genes envolvidos na tolerância à seca. Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi determinar os níveis de expressão dos genes ost1 (Open Stomata1), que atua, devido ao estímulo à produção de ABA, na regulação da abertura e fechamento estomático e sad1 (ABA supersensitivo à seca), importante regulador negativo, que modula o metabolismo de RNA, como splicing, exportação e degradação, controlando a sensibilidade da planta à seca.

Palabras clave

Ost1, Sad1, ABA, Citrus

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