O “TRATORAÇO”, E A VULNERABILIDADE DO MONOCULTIVO DE GRÃOS NA AGRICULTURA BRASILEIRA

dc.creatorBaiardi, Amilcar
dc.creatorMendes, Januzia
dc.creatorSodre, Maria Lucia
dc.creatorRamos, Elizabeth Maria
dc.creatorPinto, Vivian Liborio
dc.date2017-04-01T20:01:58Z
dc.date.accessioned2026-07-09T05:40:23Z
dc.descriptionEm junho de 2005 houve em todo o Brasil uma intensa mobilização de produtores rurais a qual culminou com manifestações em praças e estradas nas quais os tratores se faziam presentes ruidosamente, bloqueando o acesso e impedindo o trânsito. Foi intensa a cobertura da imprensa a estas manifestações que levaram a concessões governamentais e mudanças nos instrumentos de política agrícola com vistas a reduzir custos, facilitar acesso a mercados e, consequentemente restaurar a competitividade das atividades que se encontravam ameaçada. Os movimentos sociais, sobretudo o MST, Movimentos dos Sem Terra, criticaram as concessões feitas pelo governo que, segundo os mesmos, tratava de modo diferenciado os componentes do “agronegócio”. O que tinham em comum estes agricultores? Em que regiões do país se inseriam? Todos os produtores rurais brasileiros se sentiam representados nestas mobilizações e as apoiavam? È o que se tenderá analisar neste trabalho que associará a participação no “Tratoraço” a uma vulnerabilidade decorrente da monocultura, que nem sempre é a opção de produtores rurais.
dc.identifierdoi:10.22004/ag.econ.109652
dc.identifierhttps://ageconsearch.umn.edu/record/109652/files/728.pdf
dc.identifierhttp://ageconsearch.umn.edu/record/109652
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/566810
dc.languagepor
dc.publisher
dc.sourcehttp://ageconsearch.umn.edu/record/109652
dc.titleO “TRATORAÇO”, E A VULNERABILIDADE DO MONOCULTIVO DE GRÃOS NA AGRICULTURA BRASILEIRA
dc.typeText

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