Estratégias de controle de braquiárias Urochloa spp. na formação de povoamento para restauração florestal.
| dc.contributor | Flávio Augusto Monteiro dos Santos, UFRRJ; Paulo Sérgio dos Santos Leles, UFRRJ; ALEXANDER SILVA DE RESENDE, CNPAB; Daniel Ferreira do Nascimento, Prumo Logística, Seropédica, RJ; Gabriel Rocha dos Santos, UFRRJ. | |
| dc.creator | SANTOS. F. A. M. dos | |
| dc.creator | LELES, P. S. dos S. | |
| dc.creator | RESENDE, A. S. de | |
| dc.creator | NASCIMENTO, D. F. do | |
| dc.creator | SANJTOS, G. R. dos | |
| dc.date | 2020-04-17T00:42:15Z | |
| dc.date | 2020-04-17T00:42:15Z | |
| dc.date | 2020-04-16 | |
| dc.date | 2020 | |
| dc.date | 2020-04-17T00:42:15Z | |
| dc.date.accessioned | 2026-06-30T22:59:27Z | |
| dc.description | restauração florestal em áreas de pastagens, dominadas por Urochloa spp. (braquiárias), apresenta custo relativamente elevado, principalmente pela dificuldade de controle dessa planta infestante. O objetivo deste trabalho foi determinar a forma de controle de braquiárias mais eficiente para a formação de povoamento para restauração florestal. Foram comparadas quatro estratégias para controle de braquiária em área de restauração florestal no município de Bom Jardim - RJ: T1 - capina em faixas nas linhas de plantio e roçadas nas entrelinhas; T2 - capina em faixas nas linhas de plantio e aplicações do herbicida glyphosate (1,44 kg i.a. ha-1) nas entrelinhas; T3 - capina em área total e consórcio com leguminosas herbáceas fixadoras de nitrogênio; T4 - capina em faixas nas linhas de plantio, roçadas e consórcio com eucalipto nas entrelinhas. Avaliou-se o crescimento em altura, diâmetro no nível do solo e diâmetro de copa de dez espécies arbóreas em diferentes idades, bem como todos os custos envolvidos na aplicação e manutenção de cada tratamento, até 30 meses após o plantio. Em todas as épocas de avaliação, as plantas florestais apresentaram média de crescimento significativamente superior em altura e em diâmetro nos tratamentos de consórcio com leguminosas e aplicação de glyphosate (T3 e T2). Aos 24 meses após o plantio, a copa das árvores implantadas já recobria 80% a 90% da área da unidade experimental nesses tratamentos. Entretanto, o custo de manutenção do T3 foi quase o dobro das unidades de T1 e o custo deste último foi quase três vezes superior das unidades submetidas a T2. O consórcio de eucalipto nas entrelinhas de plantio não prejudicou, mas não beneficiou o crescimento das espécies nativas. O controle químico e o consórcio com leguminosas herbáceas podem ser apontados como alternativas eficazes para controle da braquiária dessa área, antecipando a formação dos povoamentos e resultando em economia de recursos. | |
| dc.identifier | Ciência Florestal, Santa Maria, v. 30, n. 1, p. 29-42, jan./mar. 2020. | |
| dc.identifier | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1121689 | |
| dc.identifier | 10.5902/19805098 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/372045 | |
| dc.language | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Controle de plantas daninhas | |
| dc.subject | Sistemas agrossilviculturais | |
| dc.subject | Mata Atlântica | |
| dc.subject | Controle Químico | |
| dc.title | Estratégias de controle de braquiárias Urochloa spp. na formação de povoamento para restauração florestal. | |
| dc.type | Artigo de periódico |
