Resistência natural da madeira de corymbia maculata (hook.) k.d.hill & l.a.s. johnson a fungos e cupins xilófagos, em condições de laboratório

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Universidade Federal de Viçosa

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A pesquisa teve o objetivo de avaliar a resistência natural da madeira de Corymbia maculata a fungose a cupins xilófagos, em condições de laboratório. De peças radiais (tábuas) que continham o cerne e o alburnointactos foram retirados corpos-de-prova de 2,00 x 2,00 x 1,00 cm, com a menor dimensão na direção tangencial(ensaio com fungos), e de 2,54 x 2,00 x 0,64 cm, com a maior dimensão na direção das fibras (ensaio com cupins),em quatro posições na direção medula-casca. As amostras foram submetidas à ação dos fungos Postia placenta,Neolentinus lepideus e Polyporus fumosus por 12 semanas, ou à ação de cupins do gênero Nasutitermes por 30 dias.Constatou-se que a resistência da madeira ao apodrecimento foi dependente da posição na direção medula-casca edos fungos utilizados. As amostras retiradas nas posições mais externas do tronco foram mais deterioradas que asinternas. Dentro de cada posição, os fungos causaram deterioração semelhante à madeira, exceto para a posiçãomais externa (alburno), em que o fungo P. fumosus causou menos deterioração que os demais. De modo geral, amadeira de C. maculata foi altamente resistente (posições internas) ou resistente (posições externas) aos fungosensaiados. Somente para o fungo N. lepideus a posição mais externa foi moderadamente resistente. Quanto aoscupins, a resistência da madeira não foi afetada pela posição na direção medula-casca e apresentou uma baixa perdade massa para as posições analisadas. Além disto, os cupins causaram somente desgaste superficial à madeira, emorreram durante o ensaio, o que permitiu classificar a madeira de C. maculata como resistente aos cupins ensaiados

Palabras clave

Agrociencias

Citación