Mapeamento geoestatístico da distribuição espacial da resinose do coqueiro no estado do Pará.

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A resinose do coqueiro, cujo agente etiológico é o Thielaviopsis paradoxa, foi relatada pela primeira vez no Brasil em 2004 e atualmente incide em plantios das principais regiões produtoras do Brasil. A área atingida vem crescendo a cada ano, sendo imprescindíveis estudos sobre o progresso espaço-temporal da doença. Desta forma, o presente trabalho teve como objetivo monitorar o progresso da resinose e mapear a distribuição espacial da incidência da doença.Foram amostradas 900 plantas do híbrido PB-141 distribuídas em 30 linhas de plantios com 30 plantas cada em espaçamento triangular de 8,5 x 8,5m. A incidência da resinose foi monitorada mensalmente de janeiro de 2010 a dezembro de 2014 em um plantio comercial.Plotou-se a curva de progresso da incidência da doença ecalculou-se a Área Abaixo da Curva de Progresso da Incidência (AACPI). Os dados de incidência foram georreferenciados com base na posição relativa das plantas em relação às suas vizinhas para a determinação dos semivariogramas isotrópicos. Foi realizada a interpolação dos dados por krigagem ordinária para a visualização de padrões de distribuição espacial. A resinose apresentou padrão agregado com forte dependência espacial nos dois anos iniciais e, posteriormente, com magnitude moderada. Ajustou-se o modelo esférico à distribuição da doença em todos os anos avaliados.

Palabras clave

Cocus nucifera, Incidência, Modelagem espacial, Doença, Thielaviopsis Paradoxa

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