Equações de volume para a Floresta Nacional do Tapajós.

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Com o objetivo de atender a demanda de informações acerca de relações quantitativas para a Floresta Nacional do Tapajós, Estado do Pará, selecionaram-se equações de volume para andiroba (Carapa guianensis), abiurana (diversos gêneros), jutaí-açu (Hymenaea courbaril), jarana (Holopyxidium jarana), ucuubada- terra-firme (Virola sp), taxi-vermelho (Sclerolobium chrysophyllum), maçaranduba (Manilkara huberi), além de equações abrangentes, para qualquer espécie. Testaram-se 16 equações, nove das quais considerando o volume como uma função do diâmetro à altura do peito (DAP) e sete como uma função do DAP e da altura comercial. A escolha das melhores equações foi feita com base no coeficiente de determinação e no índice de Furnival. Dentre as equações de uma entrada, a equação de Husch, In V = b0 + b1 In d, ajustou-se melhor aos dados de quase todas as espécies, com exceção de jarana e taxi-vermelho, cujas equações foram, respectivamente, In V = b0 + b1d + b2d2 e In V = b0 + b1 In d + b2d. Com relação às equações de duas entradas, a equação de Schumacher-Hall, In V = b0 + b1 In d + b2 In h, ajustou-se melhor aos dados de todas as espécies, com exceção de taxi-vermelho, cuja equação foi In V = b0+b1 In (d2h). As equações de duas entradas foram mais precisas que as de uma entrada. Os coeficientes de variação situaram-se entre 4% e 10% no primeiro caso e entre 4% e 18% no segundo caso.

Palabras clave

Equação de volume, Análise de regressão, Holopyxidium jarana, Sclerolobium chrysophyllum, Floresta Nacional do Tapajós, Volume equation, Tapajos National Forest, Tropical forest, Amazon, Carapa Guianensis, Floresta Tropical, Hymenaea Courbaril, Manilkara Huberi, Virola sp, Amazonia, regression analysis

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