Efeito de adubos nitrogenados na supressividade de solos a fitopatógenos.

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Foi estudado o efeito de diferentes fontes de N na supressividade do solo a Rhizoctonia solani, Sclerotium rolfsii e Sclerotinia sclerotiorum. As fontes de N foram classificadas em: (i) uréia (somente uréia) (ii) grupo nitrato (nitrato de cálcio, nitrato de amônio e nitrato de sódio); e (iii) grupo amônio (sulfato de amônio, fosfato de amônio dibásico, fosfato de amônio monobásico e nitrato de amônio). A dose de N foi de 86 mg/L de solo. Para quantificar o grau de supressividade do solo após a adição de fontes de N, escleródios de S. rolfsii e S. sclerotiorum e discos de colônias de R. solani foram transferidos para o solo contido em placas de Petri. Para R. solani, a taxa de crescimento micelial foi utilizada como indicador de supressividade; para os outros patógenos os indicadores foram a germinação de escleródios e a infecção de pedaços de cenoura. Para R. solani, a adição de NO3- aumentou significativamente o crescimento micelial do patógeno em 15,1% e 5,2% em relação à uréia e ao NH4+, respectivamente; a adição de NH4+ resultou num aumento de 9,4% em relação à adição de uréia. Para S. rolfsii, a adição de uréia aumentou a germinação de escleródios em 40,9% e 27,9% em relação a NO3- e NH4+, respectivamente; a adição de NH4+ resultou em aumento de 18,6% na porcentagem de infecção de pedaços de cenoura, em relação ao NO3-. Os contrastes entre grupos de fertilizantes não foram significativos para S. sclerotiorum.

Palabras clave

Fertilizante Nitrogenado, Melhoramento do Solo, Sclerotium Rolfsii, Rhizoctonia Solani, Sclerotinia Sclerotiorum

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