Prevalência da mancha anelar e podridão vermelha em áreas de cana-de-açúcar com diferentes práticas conservacionistas.

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A forte demanda pelo uso de práticas agrícolas conservacionistas na cana-de-açúcar pode alterar o padrão de ocorrência de doenças e, interferir no manejo da cultura. O objetivo desse trabalho foi identificar as doenças incidentes na cana-de-açúcar em áreas com diferentes preparos de solo, com manutenção ou não de cobertura do solo e associação com a fixação biológica de nitrogênio (FBN). O monitoramento foi feito em duas áreas instaladas com a cultivar IAC 5000, em Guaíra, SP. Na primeira área, utilizou-se práticas de plantio direto, preparo reduzido e preparo convencional como tratamentos na reforma do canavial. Na segunda área, utilizou-se adubação comercial e FBN associados a diferentes níveis de palha (0, 36%, 64% e 100%) como tratamentos. O monitoramento das áreas foi realizado aos 7, 11, 13, 22 e 32 meses após o plantio. A ocorrência de doenças em cana-de-açúcar foi restrita a duas doenças fúngicas foliares: mancha anelar, causada por Leptosphaeria sacchari e mancha foliar da podridão vermelha, causada por Colletotrichum falcatum. A mancha anelar é considerada uma doença secundária, mas está prevalecendo em canaviais, inclusive com incidência em folhas novas, em diferentes graus de severidade e, em ocorrência simultânea com o sintoma foliar da podridão vermelha.

Palabras clave

Cana de açúcar

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