Sorção, dessorção e potencial de lixiviação de atrazine em solos brasileiros.

dc.contributorDECIO KARAM, CNPMS.
dc.creatorARCHANGELO, E. R.
dc.creatorPRATES, H. T.
dc.creatorFERREIRA, F. A.
dc.creatorKARAM, D.
dc.creatorFERREIRA, L. R.
dc.creatorCARDOSO, A. A.
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2005-08-24
dc.date2005
dc.date2018-05-30T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T05:00:49Z
dc.descriptionDeterminar a sorção, a dessorção e o potencial de lixiviação de atrazine em diferentes solos, foram os objetivos desse trabalho. As amostras dos solos foram agitadas por 24 h, centrifugadas e o sobrenadante filtrado e analisado por HPLC. As etapas da dessorção foram conduzidas por meio da reposição do sobrenadante removido com o mesmo volume de solução 0,01 M de CaCl2 com agitação por 24h e centrifugação, repetindo-se o processo por três vezes consecutivas, 24, 48 e 72 h, sendo o sobrenadante filtrado e analisado por HPLC. A sorção de atrazine, descrita pela isoterma de Freundlich, foi calculada pela diferença entre as concentrações adicionadas e aquelas quantificadas no HPLC. Foram calculadas as percentagens de dessorção a 24, 48 e 72 h pela diferença entre as quantidades sorvidas e aquelas quantificadas no HPLC. Correlações de Pearson foram feitas para se determinar a correlação entre kf, kfoc e dessorção e as principais propriedades dos solos. O coeficiente GUS foi utilizado para estimar o potencial de lixiviação. Os baixos valores encontrados para o kf da atrazine indicam que esse herbicida é de pequena sorção pelos solos estudados. No perfil LVd-a a sorção se correlacionou significativa e positivamente com o teor de carbono orgânico quando analisado isoladamente. Os valores de kfoc variaram de 70,37 a 201,47 nas amostras superficiais dos solos estudados e apresentaram correlação significativa com o teor de carbono orgânico quando analisado somente o perfil do LVd-a. A avaliação do potencial de lixiviação demonstrou que a atrazine pode ser classificada como herbicida lixiviador em todos os solos analisados. O processo de dessorção foi menor que o processo de sorção até 72 horas após a aplicação. A dessorção é maior em camadas mais profundas no perfil do solo LVd-a, onde o teor de carbono orgânico é menor.
dc.identifierRevista Brasileira de Milho e Sorgo, Sete Lagoas, v. 4, n. 1, p. 14-27, 2005.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/488777
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/477258
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectIsoterma de Freundlich
dc.subjectkf
dc.subjectkfoc
dc.subjectGUS
dc.subjectHerbicida
dc.titleSorção, dessorção e potencial de lixiviação de atrazine em solos brasileiros.
dc.typeArtigo de periódico

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