EFEITOS DOS EXTRATIVOS E DA DENSIDADE NA RESISTÊNCIA NATURAL DE MADEIRAS AO TÉRMITA Nasutitermes corniger
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Universidade Federal de Lavras
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A avaliação da resistência natural da madeira a organismos xilófagos é deimportância fundamental na escolha de espécies a serem utilizadas na construção civil e naindústria de móveis. Assim, avaliaram-se os efeitos do teor de extrativos e da densidadena resistência biológica das madeiras deAcacia mangium, Casuarina equisetifolia, Corymbiatorelliana, Eucalyptus cloeziana, Tectona grandis e Caesalpinia echinataao térmita xilófagoNasutitermes corniger, em condições de laboratório. Corpos de prova, com dimensõesde 2,00 x 2,54 x 0,64 cm (radial x longitudinal x tangencial) foram retirados de cadamadeira em quatro posições no sentido medula-casca (cerne interno, cerne mediano,cerne externo e alburno). As madeiras foram expostas à ação dos térmitas por 28 diasem ensaio de alimentação forçada. As amostras não selecionadas para o ensaio com ostérmitas foram transformadas em serragem e os extrativos obtidos da fração que passoupela peneira de 40 e Àcou retida na de 60 “mesh”. A resistência natural da madeira, dentreas posições medula-casca, para as espécies estudadas, não está correlacionada com adensidade e teor de extrativos das mesmas. No entanto, entre as madeiras, aquelas commaiores densidade e teor de extrativos são mais resistentes. As madeiras com maiorresistência biológica ao térmitaNasutitermes corniger(menores perda de massa, desgastee tempo de sobrevivência dos insetos) sãoCorymbia torellianaeCaesalpinia echinatae ade menor resistência aCasuarina equisetifolia.
Palabras clave
Agrociencias
