Produção e renda bruta de mandioquinha-salsa, solteira e consorciada com cenoura e coentro
No hay miniatura disponible
Fecha
Título de la revista
ISSN de la revista
Título del volumen
Editor
Universidade Estadual de Maringá
Resumen
Descripción
Foram estudadas a mandioquinha-salsa ‘Amarela de Carandaí’- M, a cenoura ‘Brasília - Ce o coentro ‘Tipo Português’- Co em cultivos solteiros e os consórcios MCe e MCo. Os cinco tratamentos foram arranjados no campo, no delineamento experimental de blocos casualizados, com cinco repetições. A colheita da cenoura foi aos 95 dias após a semeadura; a do coentro, aos 112 dias e a da mandioquinha-salsa, aos 247 dias após o plantio. A altura das plantas (42,3 cm) e as massas frescas de raízes total (9,07 t ha -1 ) e comercial (6,55 t ha -1 ) da cenoura no consórcio MCe tiveram aumentos significativos de 4,4 cm; 2,34 e 1,73 t ha -1 , respectivamente, em relação às plantas cultivadas solteiras. No coentro, a altura (24,0 cm) e a massa fresca de folhas (2,98 t ha -1 ) das plantas solteiras foram significativamente maiores que as consorciadas. Na mandioquinha-salsa, houve influência significativa da forma de cultivo e os maiores valores de massas frescas, em t ha -1 , de folhas (17,84), rebentos (4,07), coroas (3,99) e de raízes totais (14,04), comerciais (10,46) e não- comerciais (3,58) foram obtidos no cultivo solteiro. O consórcio MCe foi considerado efetivo (RAE = 1,47) e o MCo foi inefetivo (RAE = 0,76). A renda bruta indicou que os dois consórcios não devem ser recomendados para o produtor de mandioquinha-salsa porque induziriam perdas de R$ 8.650,00 e R$ 7.011,25, respectivamente.
Palabras clave
Agrociencias
