Posicionamento estratégico nas negociações da ALCA, usando o conceito de proteção efetiva na montagem da oferta tarifária brasileira

dc.creatorLopes, Mauro de Rezende
dc.date2017-04-01T19:29:25Z
dc.date.accessioned2026-07-09T05:02:26Z
dc.descriptionO Brasil joga a sua capacidade de exportar e o futuro de sua inserção “competitiva” no mundo em três negociações-chave: OMC, ALCA e Mercoeuro. Tem esquecido de posicionar-se estrategicamente para fortalecer sua competitividade no curto, médio e longo prazo. A competitividade do setor agropecuário, entre outros fatores, depende do seu nível de proteção efetiva, isto é, a proteção do produto final depende de um nível compatível com a proteção aos insumos. Este estudo analisa uma parte da proposta de ofertas tarifárias brasileiras, no âmbito da ALCA, tendo como argumento principal os níveis de proteção efetiva. A primeira parte trata da proteção conferida aos insumos, máquinas e equipamentos usados na agropecuária, diante da proteção dos produtos agropecuários finais, e a análise é feita com a Tarifa Externa Comum (TEC). A segunda trata dos níveis de proteção outorgados a máquinas, equipamentos e componentes industriais da indústria de alimentos. O estudo mostra a dificuldade, no Brasil, de se conduzirem negociações com os setores industriais que ofertam insumos ou fornecem máquinas às agroindústrias brasileiras.
dc.identifierOther:ISSN 1679-1614
dc.identifierdoi:10.22004/ag.econ.56845
dc.identifierhttps://ageconsearch.umn.edu/record/56845/files/REA_Artigo4_V1N1_2003.pdf
dc.identifierhttp://ageconsearch.umn.edu/record/56845
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/558171
dc.languagepor
dc.publisher
dc.sourcehttp://ageconsearch.umn.edu/record/56845
dc.titlePosicionamento estratégico nas negociações da ALCA, usando o conceito de proteção efetiva na montagem da oferta tarifária brasileira
dc.typeText

Archivos