Qualidade química de cachaças e de aguardentes brasileiras

dc.creatorMariana Branco de MIRANDA
dc.creatorNilo Gustavo Souza MARTINS
dc.creatorAndré Eduardo de Souza BELLUCO
dc.creatorJorge HORII
dc.creatorAndré Ricardo ALCARDE
dc.date2007
dc.date.accessioned2026-07-07T04:18:00Z
dc.descriptionNeste trabalho elaborou-se um levantamento de marcas comerciais de cachaça e aguardente quanto à conformidade com os padrões de identidade e qualidade previstos pela legislação vigente. Atualmente, o consumo da aguardente de cana vem crescendo em todas as classes da sociedade nacional, tornando-se também uma bebida fina no mercado externo. Mas isso gera também dificuldades aos fabricantes de aguardente e cachaça, que muitas vezes enfrentam barreiras para entrar no mercado externo, principalmente devido à qualidade e à falta de padronização da bebida. Aguardentes de cana e cachaça foram analisadas mediante métodos físico-químicos e cromatográficos quanto aos seus padrões de qualidade. Observou-se grande variação na concentração dos componentes secundários destas bebidas. Os teores de álcoois superiores, acidez e ésteres foram os que mais oscilaram, indicando que a aguardente brasileira apresenta grande variabilidade de compostos químicos entre as marcas estudadas. Das 94 marcas analisadas, 48% delas se encontraram em não conformidade com a legislação nacional em pelo menos um dos componentes analisados.
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier0101-2061
dc.identifierhttps://www.redalyc.org/articulo.oa?id=395940084034
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/456971
dc.languagept
dc.publisherSociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
dc.relationhttp://www.redalyc.org/revista.oa?id=3959
dc.rightsCiência e Tecnologia de Alimentos
dc.sourceCiência e Tecnologia de Alimentos (Brasil) Num.4 Vol.27
dc.subjectAgrociencias
dc.titleQualidade química de cachaças e de aguardentes brasileiras
dc.typeartículo científico

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