Combinações de citocininas na proliferação in vitro de brotos de híbridos de Piper nigrum L.

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A pimenteira-do-reino (Piper nigrum) é propagada principalmente por estaquia que, além de ser pouco eficiente, pode possibilitar a disseminação de doença como a fusariose. Dessa forma, testes para verificar a eficiência da micropropagação in vitro são pertinentes. Neste trabalho testou-se dois híbridos intraespecíficos de pimenteira-do-reino com o uso de diferentes combinações dos reguladores de crescimento BAP (0,0 ou 0,5 mg.L-1) e TDZ (0,0; 0,25; 0,50; 1,0; 2,0; ou 4,0 μM) adicionados ao meio de cultura de Murashige Skoog (MS) acrescido de sacarose 3% e phytagel a 0,2% e pH ajustado para 5,8. Ápices caulinares foram inoculados em tubos de ensaio contendo 20 mL do meio de cultura e mantidos em sala de crescimento em condições controladas de cultivo. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualisado, em esquema fatorial 2 x 11 utilizando-se 5 repetições. A proliferação de brotos foi avaliada após seis semanas de cultivo in vitro. Melhores resultados na micropropagação foram observados nos meios contendo BAP e/ou com baixa concentração de TDZ. A utilização da citocinina BAP na concentração de 0,5 mg.L-1 sem ou com a adição de 0,25μM de TDZ proporcionam resultados satisfatórios para a proliferação de brotos de pimenteira-do-reino, e há genótipo-especificidade para os híbridos intraespecíficos, indicando a necessidade de serem desenvolvidos protocolos regenerativos específicos para cada genótipo dessa espécie

Palabras clave

Pimenta-do-reino, Micropropagação, Regulador de Crescimento

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