Avaliação de cultivares de bananeiras no recôncavo sul da Bahia.

dc.contributorJorge Raimundo Silva Silveira, EBDA; Valmir Pereira de Lima, EBDA; Astrogildo Peixoto Gomes da Silva, EBDA; Manoel Soares dos Reis Filho, EBDA; Luiz Fernando Ferreira Melo, EBDA; Célia Maria Ferreira dos S. Tavares, EBDA; Sebastião de Oliveira e Silva, CNPMF; Felipe Gomes F. da Silveira, UFRB.
dc.creatorSILVEIRA, J. R. S.
dc.creatorLIMA, V. P. de
dc.creatorSILVA, A. P. G. da
dc.creatorREIS FILHO, M. S. dos
dc.creatorMELO, L. F. F.
dc.creatorTAVARES, C. M. F. dos S.
dc.creatorSILVA, S. de O. e
dc.creatorSILVEIRA, F. G. F. da
dc.date2011-07-05T01:03:02Z
dc.date2011-07-05T01:03:02Z
dc.date2011-01-25
dc.date2010
dc.date2011-07-05T01:03:02Z
dc.date.accessioned2026-07-07T04:42:37Z
dc.descriptionA Bahia é na atualidade o primeiro estado produtor nacional de bananas, com 17% da produção, somando 1.429.010 toneladas de cachos, seguido por São Paulo com 1.238.087 toneladas (IBGE, 2005 -2007). O Estado foi reconhecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) como área livre da Sigatoka-negra, a mais temida doença das bananeiras na atualidade. A EBDA, visando assegurar o agronegócio da bananicultura no Estado, implantou 12 ?Unidades de Avaliação de Genótipos de Bananeira? resistentes a esta doença, nas principais regiões produtoras, dentre as quais, a região do Recôncavo Sul da Bahia.Uma das mais graves doenças da bananeira é a Sigatoka-negra, causada pelo fungo Micosphaerella fijiensis, Morelet, forma perfeita da fase Paracercospora fijiensis (Morelet) Deighton, que ataca as folhas da planta, ocasionando perdas em rendimentos de 50 a 100% a depender das condições edafoclimáticas e da cultivar. Além disso, a comercialização dos produtos oriundos das regiões onde a doença já foi detectada é proibida, visando impedir a disseminação do patógeno.No Brasil, as variedades tradicionalmente cultivadas são suscetíveis à Sigatoka-negra. Uma das estratégias para a solução desse problema é a criação de variedades resistentes mediante o melhoramento genético. A etapa final do melhoramento constitui-se na avaliação dos genótipos em áreas de produção (Silva, et al 2000). As principais características consideradas em trabalhos de tal natureza são: resistência à doença, ciclo da cultura, altura da planta, peso do cacho, número e comprimento de fruto (Moreira & Saes, 1984; Silva et al.2000). A avaliação de novas cultivares junto aos agricultores, em quadras demonstrativas, pode facilitar a sua adoção (Silveira et al., 1999).
dc.descriptionpdf 1413
dc.identifierIn:CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade: anais. Natal: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2010.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/874239
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/469433
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectBanana
dc.subjectMelhoramento Genético Vegetal
dc.subjectVariedade
dc.titleAvaliação de cultivares de bananeiras no recôncavo sul da Bahia.
dc.typeArtigo em anais e proceedings

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