PLANTAÇÕES E POLÍTICA FLORESTAL NO BRASIL: ANÁLISE DA FORMAÇÃO E DA INSTITUCIONALIZAÇÃO DE DEMANDAS (1960-2000)

dc.creatorGONÇALVES, MUCIO TOSTA
dc.date2017-04-01T14:32:31Z
dc.date.accessioned2026-07-09T07:04:19Z
dc.descriptionIniciando com uma revisão do processo de formação da política florestal brasileira e a sua evolução até a década de 1990, o presente artigo discute algumas das principais causas da fragilidade institucional que marcaram a política florestal brasileira a partir do processo de redemocratização iniciado na década de 1980. Partindo da constatação que essa situação foi causada pelas formas como ocorreu e se desenvolveu um tipo particular de articulação entre as agências governamentais e os interesses dos grupos particulares consumidores de madeira plantada e de alguns de seus subprodutos (em especial as firmas produtoras de ferro gusa, de aço e de pasta celulósica), o artigo relaciona algumas das conseqüências do processo de evolução da política florestal com questões afeitas à preservação e à produção florestal no país e suas articulações com a política ambiental.
dc.identifierdoi:10.22004/ag.econ.148612
dc.identifierhttps://ageconsearch.umn.edu/record/148612/files/928.pdf
dc.identifierhttp://ageconsearch.umn.edu/record/148612
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/584179
dc.languageeng
dc.publisher
dc.sourcehttp://ageconsearch.umn.edu/record/148612
dc.titlePLANTAÇÕES E POLÍTICA FLORESTAL NO BRASIL: ANÁLISE DA FORMAÇÃO E DA INSTITUCIONALIZAÇÃO DE DEMANDAS (1960-2000)
dc.typeText

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