Avaliação in vivo da utilização de antissépticos e desinfetantes no controle da Linfadenite Caseosa.

dc.contributorLauana Borges Santiago, Pós-graduanda da Universidade Estadual Vale do Acaraú - UVA; FRANCISCO SELMO FERNANDES ALVES, CNPC; Vanderlan Warlington Souza dos Santos, Graduando da Universidade Estadual Vale do Acaraú - UVA; Apoliana de Sousa Rodrigues, Instituto Superior de Teologia Aplicada - INTA; FERNANDO HENRIQUE MELO ANDRADE RODRIGUES DE ALBUQUERQUE, CNPC; EDUARDO LUIZ DE OLIVEIRA, CNPC; RAYMUNDO RIZALDO PINHEIRO, CNPC.
dc.creatorSANTIAGO, L. B.
dc.creatorALVES, F. S. F.
dc.creatorSANTOS, V. W. S. dos
dc.creatorRODRIGUES, A. de S.
dc.creatorALBUQUERQUE, F. H. M. A. R. de
dc.creatorOLIVEIRA, E. L. de
dc.creatorPINHEIRO, R. R.
dc.date2011-04-09T15:23:42Z
dc.date2011-04-09T15:23:42Z
dc.date2009-11-26
dc.date2009
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-01T00:14:18Z
dc.descriptionA Linfadenite Caseosa é uma enfermidade infecto-contagiosa que acomete caprinos e ovinos, causada pela Corynebacterium pseudotuberculosis e caracteriza-se pela abscedação dos gânglios linfáticos. O tratamento preconizado consiste na drenagem e cauterização química dos abscessos, quando estes encontram-se em estágio avançado de evolução, apesar deste procedimento representar risco de contaminação ambiental. Objetivou-se avaliar a eficácia da tintura de iodo a 10% e do hipoclorito de sódio a 2,5% aplicados no interior do abscesso de animais acometidos pela Linfadenite Caseosa. Foram utilizadas 18 fêmeas ovinas, sendo que o primeiro grupo foi tratado com tintura de iodo a 10%, o segundo grupo com hipoclorito de sódio a 2,5% e o último grupo tratado convencionalmente. Houve a ruptura natural dos seis abscessos tratados com tintura de iodo, sendo que em apenas cinco deles, a viabilidade da C. pseudotuberculosis foi confirmada no local da lesão, após a ruptura do linfonodo. Quanto ao segundo grupo, a ruptura espontânea foi observada em apenas cinco, dos seis abscessos tratados, sendo que o microrganismo foi identificado na lesão dos cinco animais, após o rompimento. No sexto animal, foi constatada a involução do abscesso. Conclui-se que a aplicação de tintura de iodo a 10% e hipoclorito de sódio a 2,5% no interior do abscesso de animais acometidos pela Linfadenite Caseosa, em estágio no qual as lesões são detectadas através da inspeção, não é 100% eficaz para o seu controle.
dc.identifierIn: SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE CAPRINOS E OVINOS DE CORTE, 4.; FEIRA NACIONAL DO AGRONEGÓCIO DA CAPRINO-OVINOCULTURA DE CORTE, 3., 2009, João Pessoa. Anais... João Pessoa: EMEPA-PB, 2009. 3 f. 1 CD-ROM.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/576281
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/399767
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectHipoclorito de sódio
dc.subjectBrasil
dc.subjectCeará
dc.subjectAnimal disease
dc.subjectLynphadenitis caseous
dc.subjectTreatment
dc.subjectAbscesso
dc.subjectDoença Animal
dc.subjectIodo
dc.subjectLinfadenite Caseosa
dc.subjectOvino
dc.subjectTratamento
dc.subjectSheep
dc.subjectSodium hypochlorite
dc.subjectAbscess
dc.subjectIodine
dc.subjectBrazil
dc.titleAvaliação in vivo da utilização de antissépticos e desinfetantes no controle da Linfadenite Caseosa.
dc.typeArtigo em anais e proceedings

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