Eficiência de diversos tamanhos e formas de unidades de amostras aplicadas em inventário florestal na região do Baixo Tapajós.
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Com o objetivo de determinar tamanhos e formas mais eficientes para aplicação em inventários florestais da floresta tropical úmida amazônica, uma área de 35 ha foi inventariada a intensidade de 100%, anotando-se as coordenadas de cada arvore, a partir do diâmetro de 15 cm. Para possibilitar o calculo das eficiências relativas foi feito um estudo de tempo de medição dos diversos tamanhos e formas de unidades de amostra consideradas no presente trabalho. Duas populações foram definidas: a população A, constituída pelas arvores com diâmetros variando de 15,0 a 14,9 cm e a população B representada pelas arvores com diâmetros iguais ou superiores a 45 cm. Foram utilizadas as formas mais comuns em amostragem florestal, ou seja o circulo, o quadrado e o retângulo, este com larguras de 10 e 20 metros. A amplitude de tamanhos aplicada foi de 400 a 1.00 m2 na população A e 1.000 a 2.500 m2 na população B. No inventario florestal foram identificados 142 nomes vulgares que proporcionais os volumes por hectare (parâmetros) de 58,23 m3 para população A e 105,40 m3/ha para a população B. Para avaliar a precisão das estimativas das combinações tamanho-forma de unidade de amostra, foram realizadas 57 simulações de amostragem, através de um programa escrito em linguagem BASIC, processadas no computador Hewlett Packard modelo 9830. O processo de amostragem utilizado foi a amostragem aleatória simples. A escolha das combinações tamanho-forma mais eficientes foi feita com base na eficiência relativa.
Dissertação (Mestrado em Ciências) - Universidade Federal do Paraná, Curitiba.
Dissertação (Mestrado em Ciências) - Universidade Federal do Paraná, Curitiba.
Palabras clave
Manejo florestal, Baixo Tapajós, Pará, Brasil, Forest inventories, Dendrometria, Inventário Florestal, Povoamento Florestal, Amazonia, forest management, forest mensuration, forest stands
