Monitoramento do psilídeo-de-concha, do percevejo bronzeado e do bioagente Psyllaephagus bliteus em hortos de Eucalyptus sp. em Minas Gerais em 2014.

dc.contributorCRISTIANE ALVES SARTORI, PUCCAMP; MARIA CONCEICAO PERES YOUNG PESSOA, CNPMA; LUIZ ALEXANDRE NOGUEIRA DE SA, CNPMA; ALEX GIOVANNY DE BARRSO MEDEIROS, CENIBRA; CARLOS FREDERICO WILCKEN, FCA-UNESP.
dc.creatorSARTORI, C. A.
dc.creatorPESSOA, M. C. P. Y.
dc.creatorSA, L. A. N. de
dc.creatorMEDEIROS, A. G. B.
dc.creatorWILCKEN, C. F.
dc.date2016-02-05T11:11:11Z
dc.date2016-02-05T11:11:11Z
dc.date2016-02-05
dc.date2015
dc.date2016-02-05T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T04:59:59Z
dc.descriptionResumo: Os plantios florestais brasileiros de eucaliptos e pinus em 2014 totalizaram cerca de 7,74 milhões ha, sendo 5,56milhões ha (72%) de eucaliptos (1.7% maior que 2013). Os principais produtores brasileiros de eucaliptos são Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ações de monitoramento e controle de pragas florestais australianas, psilídeo-de-concha Glycaspis brimblecombeie percevejo bronzeado Thaumastocoris peregrinus, vem sendo realizadas pelo Programa de Proteção Florestal do Instituto de Pesquisa e Estudos Florestais (PROTEF/IPEF), em projeto cooperativo com as empresas florestais, Embrapa, USP e Unesp.O monitoramento das pragas é necessário para prever situações de surtos populacionais e adequar estratégias de controle. O parasitoide exótico Psyllaephagusbliteus, liberado para controle do psilídeo-de-concha, e as pragas vêm sendo monitorados por cartões armadilha-adesiva amarelos em 23 pontos em três regiões de Minas Gerais: Rio Doce (RD), Guanhães (GU) e Nova Era (NE). Os cartões, trocados a cada 30 dias, são analisados no Laboratório de Quarentena ?Costa Lima? /Embrapa Meio Ambiente, para a identificação/contagem dos insetos, assim como os dados das estações climáticas das áreas. Em 2014, 485 cartões e dados de 9 estações foram avaliados. Somente percevejos bronzeados foram observados, sendo 87,2% na regional RD, 8,2% na GU e 4,6% na NE -período de agosto-dezembro (pico em novembro). O maior nº de pontos com altas quantidades de percevejos localizou-se em áreas de mais baixas altitudes, maiores T_Med, Déficit hídrico e Déficits de pressão de vapor (estações Fábrica e Lagoa Perdida, onde fatores abióticos semelhantes foram observados).
dc.identifierIn: CONGRESSO INTERINSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 9., 2015, Campinas. Anais... Campinas: IAC), 2015. 8 p.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1036301
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/476831
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPragas florestais
dc.subjectMonitoramento
dc.subjectDefesa fitossanitária
dc.subjectEucalipto
dc.subjectPraga de planta
dc.subjectPraga exótica
dc.subjectControle biológico
dc.subjectPlant pests
dc.subjectPest monitoring
dc.subjectGlycaspis brimblecombei
dc.subjectPsyllaephagus
dc.subjectEucalyptus
dc.titleMonitoramento do psilídeo-de-concha, do percevejo bronzeado e do bioagente Psyllaephagus bliteus em hortos de Eucalyptus sp. em Minas Gerais em 2014.
dc.typeArtigo em anais e proceedings

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