Resistência de genótipos de Panicum maximum à mancha das folhas causada por Bipolaris maydis.

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O Brasil tem a maior área de forrageiras tropicais cultivadas no mundo. Cultivares de Panicum maximum, apesar de importantes neste cenário, têm sido ameaçadas pelas doenças, sobretudo a mancha das folhas, causada pelo fungo Bipolaris maydis. Objetivando-se avaliar a reação de genótipos de P. maximum à mancha foliar, sob duas formas de manejos, realizou-se este trabalho. O experimento foi instalado na área experimental da Embrapa Gado de Corte, Campo Grande- MS, em delineamento de blocos ao acaso, com três repetições. Foram avaliados os genótipos PM39, PM40, PM36, PM32, PM11, PM46, PM30, além das cultivares comerciais Tanzânia, Mombaça e Milênio, manejados com e sem corte. Realizaram-se sete avaliações semanais da severidade da doença. Com os dados transformados para ?(x+0,1) obtiveram-se a área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD) de todos os tratamentos. Foram observadas diferenças significativas entre os genótipos e cultivares quanto a resistência à doença. A cultivar Tanzânia e o genótipo PM40 foram os mais suscetíveis à mancha foliar, independente da forma de manejo da cultura. O genótipo PM46 apresentou suscetibilidade mediana ao B. maydis em plantas cortadas. Os demais genótipos e cultivares, em ambas as formas de manejo, comportaram-se de forma semelhante, apresentando resistência à mancha de folhas.
Edição dos resumos do Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 45., Manaus, 2012. Resumo 446.

Palabras clave

Genótipo, Mancha Foliar, Panicum maximum, Bipolaris maydis

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