Uso de miniestacas destacadas de espécies florestais para testes de patogenicidade.

dc.contributorIZABELA MOURA DUIN, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA; THIARE APARECIDA DO VALLE, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ; CELSO GARCIA AUER, CNPF; ÁLVARO FIGUEREDO DOS SANTOS, Pesquisador aposentado da Embrapa Florestas.
dc.creatorDUIN, I. M.
dc.creatorVALLE, T. A. do
dc.creatorAUER, C. G.
dc.creatorSANTOS, A. F. dos
dc.date2022-12-07T19:01:51Z
dc.date2022-12-07T19:01:51Z
dc.date2022-12-07
dc.date2022
dc.date.accessioned2026-07-07T03:32:20Z
dc.descriptionA podridão e morte de miniestacas tem sido verificada na produção de mudas clonais de acácia-negra, eucalipto, erva-mate e pínus. Porém, vários fungos rotineiramente são encontrados em associação com a doença, dificultando sua etiologia. Assim, uma metodologia foi desenvolvida para se fazer o teste de patogenicidade com fungos isolados de miniestacas com podridão. A metodologia foi considerada eficiente, rápida e de fácil aplicação para determinar a patogenicidade de fungos em miniestacas destacadas.
dc.identifierSumma Phytopathologica, Botucatu, v. 48, n. 3, p. 136-138, 2022.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1149347
dc.identifierhttps://doi.org/10.1590/0100-5405/222600
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/436671
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectAcácia-negra
dc.subjectEucalipto
dc.subjectPinus spp
dc.subjectPropagação Vegetativa
dc.subjectIlex Paraguariensis
dc.titleUso de miniestacas destacadas de espécies florestais para testes de patogenicidade.
dc.typeArtigo de periódico

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