Atividade alelopática de extratos brutos de três espécies de Copaifera (Leguminosae-Caesalpinioideae).

dc.contributorANTONIO PEDRO DA SILVA SOUZA FILHO, CPATU; MPEG; INPA; MPEG.
dc.creatorSOUZA FILHO, A. P. S.
dc.creatorGURGEL, E. S. C.
dc.creatorQUEIROZ, M. S. M.
dc.creatorSANTOS, J. U. M.
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2011-03-15
dc.date2010
dc.date2015-04-06T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-06-30T23:31:10Z
dc.descriptionNos últimos anos, atenção especial foi dada aos compostos químicos envolvidos na interação entre plantas, especialmente quando se sabe das possibilidades do seu uso em estratégia de manejo de plantas daninhas. A Amazônia, pela sua megabiodiversidade e abundância de espécies vegetais, pode oferecer excelente oportunidade para a descoberta de inovadoras moléculas químicas com potencial de uso na atividade agrícola. Dessa forma, neste trabalho analisou-se, comparativamente, a atividade potencialmente alelopática de três espécies de Copaifera, caracterizando-se as variações na intensidade dos efeitos alelopáticos em função da espécie doadora, da fração da planta e da polaridade dos constituintes químicos. Extratos hexânico e etanólico, preparados a 1,0% a partir de folhas, galhos e cascas de Copaifera duckei, C. martii e C. reticulata, foram testados sobre a germinação de sementes e o desenvolvimento da raiz das plantas daninhas malícia (Mimosa pudica) e mata-pasto (Senna obtusifolia). Observaram-se variações nas intensidades dos efeitos em função das variáveis estudadas. O extrato etanólico de folhas e o de galhos de C. martii e C. reticulata apresentaram alto potencial para inibir a germinação de sementes, sobretudo da espécie malícia. A espécie C. duckei evidenciou baixo potencial alelopático inibitório na germinação das duas espécies receptoras. Cascas, folhas e galhos de C. duckei apresentaram potencial inibitório mais expressivo sobre o desenvolvimento da raiz, com destaque para as folhas. Compostos químicos apolares e polares estão envolvidos na atividade alelopática da espécie C. duckei, com ênfase maior para os compostos apolares. Diferentemente, para C. martii e C. reticulata, compostos polares estão envolvidos, preferencialmente, na atividade inibitória evidenciada por essas espécies, notadamente aqueles localizados nas folhas e cascas. Comparativamente, a tendência observada foi de que a espécie receptora malícia demonstrou maior sensibilidade aos efeitos alelopáticos dos extratos, especialmente no bioensaio de germinação.
dc.identifierPlanta daninha, Viçosa, MG, v. 28, n. 4, p. 743-751, 2010.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/880867
dc.identifier10.1590/S0100-83582010000400006
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/383568
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectExtrato hexãnico
dc.subjectExtrato etanólico
dc.subjectAlelopatia
dc.titleAtividade alelopática de extratos brutos de três espécies de Copaifera (Leguminosae-Caesalpinioideae).
dc.typeArtigo de periódico

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