Murilo Barros Pedrosa, Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenv. do Oeste Baiano - Fundação BA; Eleusio Curvelo Freire, Cotton Consultoria, João Pessoa, PB; Márcio Pereira Ribeiro, Ide Consultoria, Luís Eduardo Magalhães, BA; Milton Akio Ide, Ide Consultoria, Luís Eduardo Magalhães, BA; Mônica Canin Martins, Consultoria Círculo Verde, Luís Eduardo Magalhães, BA; Pedro Brugnera, Consultoria Círculo Verde, Luís Eduardo Magalhães, BA; Celito Eduardo Breda, Consultoria Círculo Verde, Luís Eduardo Magalhães, BA; Genivaldo Batista dos Santos, Instituto Matogrossense do Algodão - IMA, Primavera do Leste, MT; Marcondes Ferraz, Consultoria Círculo Verde, Luís Eduardo Magalhães, BA; Marlo Edirceu Friedrich, Corteva Agriscience, Luís Eduardo Magalhães, BA; FABIANO JOSE PERINA, CNPA; ARNALDO ROCHA DE ALENCAR, CNPA; Thayna Santos de Jesus, Faculdade Arnaldo Horácio Ferreira-FAAHF; Fundação BA, Luís Eduardo Magalhães, BA.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/377888Varias empresas tem disponibilizado cultivares de algodoeiro com eventos transgênicos que conferem resistência a herbicidas e a lagartas. Atualmente existe elevado um número de cultivares indicadas como adaptadas para plantio no cerrado brasileiro. Tais cultivares apresentam potencial produtivo e características intrínsecas de fibras distintas entre si, o que necessita de avaliação independente com a finalidade de orientar o produtor rural na escolha da cultivar que mais se adapta ao sistema produtivo utilizado na fazenda. O presente trabalha teve o objetivo de avaliar o potencial produtivo e reação a doenças, das principais cultivares indicadas para o cerrado da Bahia.openAccessAlgodãoVirose VegetalFibraProdutividadeVariedadeHerbicidaLagartaAvaliação de cultivares de algodoeiro nas fazendas Warpol e Harmonia, safra 2016/17.Resumo em anais e proceedings