FABIANA VILLA ALVES, CNPGC; VANDERLEY PORFIRIO DA SILVA, CNPF; Nivaldo Karvatte Junior.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/440866Em muitas regiões de clima tropical, bovinos de corte e de leite são mantidos em pastagens durante todo o ano. A exposição a intensa incidência de radiação solar direta submete estes animais a situações termicamente estressantes, com impactos negativos na saúde, bem-estar e produtividade (Van Laer et al., 2015; Vizzotto et al., 2015). Bovinos, geralmente, toleram melhor ambientes de baixa temperatura do que os de alta temperatura: mudanças nos tempos de pastejo e ruminação; movimentação excessiva do rebanho; animais deitados por longos períodos; agrupamento nos extremos do piquete e ingestão frequente de água; e aumento da sudorese, da frequência cardíaca e respiratória, podem indicar estresse calórico (Schütz et al., 2010; Ferreira et al., 2011; Van Laer et al., 2015; Vizzotto et al., 2015; Lopes et al., 2016). Tais mudanças, porém, nem sempre são suficientes para manter a temperatura corpórea em níveis aceitáveis, comprometendo, inclusive, funções celulares e, por consequência, taxa de crescimento, sobrevivência embrionária, desenvolvimento fetal, qualidade espermática, entre outros (Blackshaw; Blackshaw, 1994).p. 209-223openAccessEstress térmicoEspaço físicoDesempenho reprodutivoBem-EstarSistema de ProduçãoBem-estar animal e ambiência na ILPF.Parte de livro