LETÍCIA CARVALHO BENITEZ, UFPel; JOSÉ ANTONIO PETERS, UFPel; MARCOS ANTONIO BACARIN, UFPel; MAURICIO MARINI KOPP, CNPGL; ANTONIO COSTA DE OLIVEIRA, UFPel; ARIANO MARTINS DE MAGALHAES JUNIOR, CPACT; EUGENIA JACIRA BOLACEL BRAGA, UFPel.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/444956As plantas em condições naturais estão expostas a vários estresses ambientais que afetam seu metabolismo. Dentre esses, a salinidade dos solos e da água de irrigação é um dos mais sérios problemas para a agricultura irrigada. O objetivo deste trabalho foi identificar, por meio de caracteres morfológicos, a variabilidade genética de 10 genótipos de arroz, cultivados in vitro, e agrupar esses genótipos para o caráter tolerância à salinidade. Os tratamentos foram constituídos por 10 genótipos e quatro concentrações de NaCl (0, 4, 8 e 12 mg L-1) acrescidas ao meio de cultura MS. Após 21 dias, foram avaliados diversos caracteres morfológicos, para os quais foram realizados cálculos percentuais de desempenho relativo (aumento ou redução), considerando-se o valor absoluto do tratamento-controle (0 mg L-1). Todos os caracteres mensurados tiveram seu desenvolvimento reduzido em substrato salino, sendo os correspondentes à biomassa média da parte aérea e do sistema radicular os mais sensíveis ao NaCl. Observou-se dissimilaridade entre os genótipos estudados para tolerância à salinidade, verificada pela formação de três grupos distintos pelo método hierárquico UPGMA e dois grupos pelo método de Tocher, sendo o genótipo BRS Bojuru o mais tolerante e BRS "7" Taim e BRS Ligeirinho os mais sensíveis à salinidade.openAccessGenótiposSalinidadeArrozTolerância à salinidade avaliada em genótipos de arroz cultivados in vitro.Artigo de periódico