NATHÁLIA NASCIMENTO GUIMARÃES, UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS; ADENILSON HENRIQUE GONÇALVES, UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS; DECIO KARAM, CNPMS; ROSANGELA MARIA SIMEAO, CNPGC; EMERSON BORGHI, CPPSE; MARCIA CRISTINA TEIXEIRA DA SILVEIRA, CNPMS; LARA NASCIMENTO GUIMARÃES, UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS; JÚNIA DE PAULA LARA, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI; TIAGO YUKIO INOUE, UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS; RODRIGO VIEIRA DA SILVA, UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/491983O objetivo deste experimento foi avaliar a produtividade da soja em cultivo intercalar com plantas de cobertura e milho em sucessão. O delineamento experimental foi disposto em fatorial com 10 repetições, 14 sementes m-1 e espaçamento 0,5 m. Os tratamentos foram dispostos em fatorial, sendo os dois fatores: Antecipe e Pós; e três (2022/23) e quatro (2023/24) tratamentos: RUS (Raphanus sativus + Urochloa brizantha cv. BRS Piatã + Stylosanthes spp. cv. Campo-grande), UCU (Urochloa ruziziensis + Cajanus cajan cv. Bonamigo + Urochloa brizantha cv. BRS Piatã) e CMSS (Crotalaria breviflora + Panicum maximum cv. BRS Tamani + Stylosanthes spp. cv. Campo-grande + Stylosanthes guianensis cv. Bela), TEST (soja convencional sem pousio). Na AIV (altura de inserção de vagem), destacou o tratamento UCU (28,28 e 26,24 cm). Portanto, embora a produtividade não foi influenciada pela combinação de plantas de cobertura os resultados sugerem um impacto positivo na sustentabilidade agrícola.openAccessIntersemeaduraSojaGlycine MaxCobertura VegetalPlanta de CoberturaProdutividade da soja em sistema de cultivo intercalar com plantas de coberturas.Artigo de periódico