ELISEU M. P. DE LUCENA, UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ; JOSTON SIMAO DE ASSIS, CPATSA; RICARDO ELESBAO ALVES, CNPAT; JOAQUIM ENÉAS FILHO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/504676O presente estudo objetivou caracterizar as alterações nos teores de pectinas, proteínas e atividades galactosidásicas durante o desenvolvimento dos frutos de mangueira (Mangifera indica), cv. Tommy Atkins, da antese até a colheita comercial, visando à definição do ponto de colheita ideal. Os frutos foram colhidos aos 63, 70, 77, 84, 91, 98, 105 e 112 dias após a antese (DAA), sendo feita as seguintes determinações: firmeza, pectina total, pectina solúvel, pectina de alta e de baixa metoxilação,protopectina, percentagem de solubilização da pectina e atividade das enzimas á- e âgalactosidases. Os resultados indicaram que as mangas Tommy Atkins atingiram a maturidade fisiológica aos 98 DAA. A pectina total, dentre os estudados, foi o melhor indicador do estádio de desenvolvimento do fruto da mangueira cultivada sob irrigação no sub-médio São Francisco, considerando-se o seu alto coeficiente de determinação (R2 = 0,9509, P < 0,01) e seu alto coeficiente de correlação com as pectinas de alta metoxilação (R = 0,82, P < 0,01).p. 333.openAccessFisiologia pós-colheitaAtividades galactosidásicasMangifera IndicaPectinaProteínaPós-ColheitaMangoesAtividade das enzimas alfa e beta-galactosidases de mangas "Tommy Atkins" durante o desenvolvimento.Resumo em anais e proceedings