LUIZ GONZAGA CHITARRA, CNPA; WILLIAN LUIS ANTÔNIO ZANCAN, CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VÁRZEA GRANDE; ADELARDO JOSE SILVA LIRA, CNPA; VALDEMIR LIMA MENEZES, CNPA; SANDRA MARIA MORAIS RODRIGUES, CNPA; PAULO CÉSAR BETTINI, SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVARES LTDA.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/378229Este trabalho teve como objetivo avaliar a eficiência do fungicida trifenil hidróxido de estanho comparado à mistura trifloxistrobina + propiconazole no controle da mancha de ramulária do algodoeiro. Foram utilizadas sementes de algodão da variedade CD 406. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso com 6 tratamentos: testemunha; trifenil hidróxido de estanho nas dosagens 0,1, 0,3, 0,5, 0,7 L do p.c/ha e trifloxistrobina + propiconazole (0,6 L do p.c./ha) e quatro repetições. Não houve diferença significativa entre os tratamentos trifenil hidróxido de estanho e trifloxistrobina + propiconazole, porém, a menor nota média de severidade da doença foi obtida nas plantas das parcelas que receberam o tratamento trifenil hidróxido de estanho na dosagem 0,5 L do p.c.. Não houve diferença significativa entre os tratamentos em relação à produtividade, mas a maior produtividade média de algodão em caroço foi obtida no tratamento trifenil hidróxido de estanho na dosagem 0,7 ml do p.c. (375.63 @/ha) e a menor produtividade no tratamento testemunha (321.18 @/ha). A produtividade do tratamento testemunha foi elevada, provavelmente devido à baixa incidência de doenças e controle mais efetivo de pragas. Os tratamentos com o trifenil hidróxido de estanho apresentaram o mesmo desempenho que o tratamento com a mistura trifloxistrobina + propiconazole. As plantas não apresentaram fitotoxidade.1 CD-ROMopenAccessGossypium hirsutum LFungicidasDoença de PlantaAlgodãoAvaliação da eficiência de trifenil hidróxido de estanho comparado a mistura trifloxistrobina + propiconazole no controle da mancha de ramulária (ramularia areola) em algodoeiro.Artigo em anais e proceedings