FRANKLIN GALVÃO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ; CARLOS VELLOZO RODERJAN, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ; MAURICIO POZZOBON, PREFEITURA MUNICIPAL DE BLUMENAU; CÁTIA REGINA AUGUSTIN, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ; GUSTAVO RIBAS CURCIO, CNPF; NELSON LUIZ COSMO, PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA; BIANCA OTT ANDRADE, UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL; RAFAEL ROSENSTOCK VÖLTZ, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ; TOMAZ LONGHI-SANTOS, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/437575Tão logo detectada a invasão do bambu Guadua paraguayana na planície aluvial do rio Tibagi, Ponta Grossa-PR, buscou-se avaliar, por meio de levantamento fitossociológico e indicadores associados à estrutura e funcionamento de formações florestais, a agressividade e influência da espécie sobre a estrutura e regeneração de um remanescente de Floresta Ombrófila Mista Aluvial. O estudo fitossociológico consistiu na instalação de dezesseis parcelas (50 m²) para inventário dos indivíduos arbóreos com CAP ≥ 15 cm e dezesseis parcelas (4 m²) para estudo da regeneração natural. Os resultados atestam que a presença de G. paraguayana na riqueza de espécies da floresta, mortalidade, número de indivíduos arbóreos, vitalidade dos indivíduos remanescentes, profusão de epífitos vasculares e avasculares, na regeneração natural e incidência de radiação no interior das parcelas, é significativa. Mas, apesar de as alterações provocadas por este bambu comprometerem a dinâmica de regeneração no remanescente, a espécie é apenas um agravante, não a causa da degradação ambiental.openAccessGuadua paraguayanaFloresta Ombrófila Mista AluvialBambuRegeneração NaturalDegradação AmbientalPhytosociologyInvasive speciesBamboosNatural regenerationEnvironmental degradationInfluência de Guadua paraguayana Döll sobre a estrutura e a regeneração de um remanescente florestal no alto Tibagi, estado do Paraná.Artigo de periódico