SIMONE R. SILVA; GERSON PEREIRA RIOS, CNPAF; SILVANDO CARLOS DA SILVA, CNPAF.2026-07-01http://hdl.handle.net/123456789/397264Foram conduzidos experimentos visando estudar a influência da resistência genética e do período de molhamento na infecção e desenvolvimento das lesões de ferrugem no feijoeiro (Phaseolus vulgaris). Cultivares suscetíveis, com resistência moderada e resistentes, após serem inoculadas com Uromyces appendiculatus, foram submetidas a períodos de4, 8, 12, 16 20 e 24 h de molhamento e levadas à uma câmara com regime de luz/escuro de 12 h, temperatura de 22 ± 1o C e umidade relativa entre 70% e 80%. Houve influência da resistência genética e do período de molhamento na infecção e desenvolvimento das lesões. As cultivares suscetíveis tiveram área foliar infetada e número de lesões crescentes até 20 h, e 24 h de molhamento, respectivamente. As cultivares com resistência moderada apresentaram área foliar infetada e número de lesões crescentes até 24 h de molhamento. As diferenças entre períodos de 16, 20 e 24 h de molhamento quanto à área foliar infetada ou número de lesões/cm2, não foram significativas. Um período de molhamento de 16h, sob temperatura de 22 ± 1o C, pode ser suficiente para avaliar resistência à ferrugem no feijoeiro.Os períodos de incubação e de latência foram mais longos nas cultivares com resistência moderada que nas suscetíveis enquanto as porcentagens de lesões esporulantes e de suscetibilidade diferenciaram melhor as cultivares suscetíveis das moderadamente resistentes. O aprimoramento nas técnicas de avaliação da resistência genética à ferrugem do feijoeiro, e a adequação dos fatores de ambiente onde se desenvolve a pesquisa à epidemiologia da doença,aumentará o alcance das informações obtidas.openAccessFerrugemFeijãoPhaseolus VulgarisResistênciaUromyces appendiculatusInfluência da resistência e do período de molhamento na infecção e desenvolvimento de lesões de ferrugem no feijoeiro.Artigo de periódico