ISMAEL RIBEIRO ROCHA SILVA, ESTAGIÁROP DO NÚCLEO DO CERRADO - CNPA; JOSE EDNILSON MIRANDA, CNPA; BRUNA MENDES DINIZ TRIPODE, CNPA; JOAO LUIS DA SILVA FILHO, CNPA.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/377665Um dos aspectos pouco estudados em relação à populações brasileiras do bicudo do algodoeiro, Anthonomus grandis , é o que se refere ao número de ínstares, já que esse número pode ser influenciado por diversos fatores como hereditariedade, forma de criação, temperatura, nutrição e sexo (Parra & Haddad, 1989). A determinação do número de ínstares larvais do bicudo do algodoeiro criado em dieta artificial foi o objetivo do presente estudo. Em laboratório, larvas do inseto foram criadas com dieta artificial, mantidas no interior de placas de Petri e ambiente com temperatura de 25±2 ºC, fotofase de 14 horas e UR de 60±10%. Durante todo o período larval, diariamente a cápsula cefálica de trinta indivíduos de bicudo foi retirada, medida e fotografada. A quantidade de ínstares foi determinada por agrupamento das medidas de largura da cápsula cefálica por distribuição multimodal e confirmada por regressão linear. Para o agrupamento, utilizou-se a regra de Dyar, com base nos intervalos de confiança, cuja razão constante foi definida em 1,53. A curva de distribuição multimodal de larguras de cápsulas cefálicas permitiu identificar três ínstares larvais, o primeiro com duração média de 3,1 dias, o segundo de 2,4 dias e o terceiro com 9,5 dias, perfazendo período larval de 15 dias. As larguras de cápsulas cefálicas mediram valores situados entre 283-292; 470-484 e 664-670 ?m (p<0,05) para o primeiro, segundo e terceiro ínstares, respectivamente.p. 56openAccessAnthonomus grandisBicudoAlgodãoCottonNúmero de ínstares larvais de população do cerrado de Anthonomus grandis criada em dieta artificial.Resumo em anais e proceedings