GUSTAVO MONTEIRO DO NASCIMENTO VIEIRAEDUARDO MOREIRA BARRADAS DE SOUZA, UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAISRAFAEL BOLINA DA SILVA, UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSATAMYRES ROSA C. DA SILVAWADSON SEBASTIAO DUARTE DA ROCHA, CNPGLCARLOS AUGUSTO DE MIRANDA GOMIDE, CNPGLDOMINGOS SAVIO CAMPOS PACIULLO, CNPGL.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/444181O uso de forrageiras tolerantes ao estresse hídrico pode reduzir os efeitos dos riscos climáticos inerentes aos sistemas de produção. Alguns híbridos selecionados do programa de melhoramento de Panicum maximum foram avaliados quanto à produção de biomassa em situações de déficit e excesso de água no solo. As plantas foram cultivadas em vasos, em casa de vegetação. Os estresses foram impostos após 10 dias do corte de uniformização e tiveram duração de 20 dias. Após esse período, a parte aérea e as raízes foram colhidas. O déficit hídrico e o alagamento tiveram impacto negativo nas características produtivas dos híbridos, com exceção do H108, para o qual não foram observadas diferenças na massa de folhas e colmos sob alagamento, em relação ao controle. O déficit hídrico reduziu a biomassa de raiz, mas o alagamento não influenciou essa característica dos híbridos. O híbrido H108 apresentou aumento de raiz em condições de alagamento. Apenas o híbrido H108 apresenta potencial para tolerância ao alagamento, embora não seja o mais produtivo nas condições hídricas ideais. Nenhum híbrido possui tolerância ao déficit hídrico.p. 12-15.openAccessBiomassa foliarBiomassa de raizEstresse hídricoPlanta ForrageiraRaizParte AéreaHibridoRespostas produtivas de híbridos de Panicum maximum ao déficit hídrico e ao alagamento.Artigo em anais e proceedings