GERALDO CHAVARRIA, UPF; Homero Bergamaschi, UFRGS; Leonardo Cury da Silva, UFRGS; HENRIQUE PESSOA DOS SANTOS, CNPUV; FRANCISCO MANDELLI, CNPUV (aposentado); CELITO CRIVELLARO GUERRA, CNPUV; CARLOS ALBERTO FLORES, CPACT; JORGE TONIETTO, CNPUV.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/504900No presente trabalho, foi avaliada a influência de três tipos de solo (Argissolo Bruno-acizentado, Planossolo Háplico e Neossolo Regolítico) sobre aspectos quantitativos e qualitativos da produção de uvas destinadas à vinificação. O experimento foi executado no ciclo 2008/2009, em vinhedo da cultivar Cabernet Sauvignon (Vitis vinifera L.), no município de Bento Gonçalves, (RS). Avaliou-se a disponibilidade hídrica em base gravimétrica ao longo do período de maturação das uvas, o potencial da água na folha, parâmetros de crescimento vegetativo, componentes do rendimento e os compostos fenólicos no momento da colheita. Argissolos Bruno-acizentados propiciaram maior crescimento vegetativo, sobretudo em massa de ramos, comprimento de entrenós e área foliar, assim como, cachos com maior número de bagas. Planossolos Háplicos com maior disponibilidade hídrica proporcionaram maior produtividade das videiras. Neossolos Regolíticos levaram à menor disponibilidade hídrica, o que reflete em redução do potencial da água na folha. Nestas condições de restrição hídrica, as videiras tiveram menor crescimento e rendimento, como também, maiores teores de taninos e índice de polifenóis totais. Em geral, o Neossolo Regolítico pode ser considerado mais promissor para a obtenção de vinhos finos de qualidade.openAccessRelação hídricaAnálise enológicaViticulturaUvaFisiologia vegetalÁguaVariedadeSoloVinhoAnálise químicaRelações hídricas, rendimento e compostos fenólicos de uvas Cabernet Sauvignon em três tipos de solo.Artigo de periódico