Raul Monte dos Anjos, estudante UFC; Francisco Marto Pinto Viana, CNPAT; Virginia Oliveira de Holanda, estudante UFC.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/374180Atualmente, os métodos de controle das doenças do meloeiro estão assentados na aplicação sistemática de agrotóxicos, escape no espaço e no tempo e o emprego de variedades ou híbridos tolerantes às doenças. O desenvolvimento de tecnologias alternativas que objetivem a redução das doenças de forma ecologicamente correta é crucial para a sustentabilidade do agronegócio. E, neste caso, a idéia de empregar os recursos da própria planta em sua defesa, por meio da indução de resistência, é uma das formas mais natural de proteção que se pode alcançar, evitando-se, desse modo, a elevação de custos ambientais e sociais na produção agrícola. Foi instalado um ensaio na Estação Experimental de Pacajus, objetivando verificar o efeito de diferentes substâncias (ácido salicílico, quitosana, fosfito, emulsão de alecrim pimenta, neem comercial, triacontanol e cerconil) no controle de doenças do meloeiro tipo Pele-de-Sapo, variedade Solarnet, durante o período chuvoso. Os dados estão sendo analisados e já fazem deduzir que, em relação à proteção contra doenças, o ASM foi superior a todas as outras substâncias testadas como elicitoras, embora esse tenha provocado uma redução no desenvolvimento geral das plantas, com a formação de folhas menores que as dos outros tratamentos e menor peso de frutos, o que denotou um estresse causado pelo elicitor. Outros ensaios serão conduzidos, ainda este ano, de forma a esclarecer o fenômeno.openAccessSubstâncias elicitorasPele-de-sapoEfeito de diferentes substâncias elicitoras no controle de doenças do meloeiro tipo 'pele-de-sapo' no período chuvoso.Resumo em anais e proceedings