GEOVANA F. DA SILVA, INSTITUTO FEDERAL DO AMAZONAS; RENNÊ S. NUNES, INSTITUTO FEDERAL DO AMAZONAS; YASMIN DA S. RODRIGUES, INSTITUTO FEDERAL DO AMAZONAS; ANDRÉ L. B. DA CUNHA, INSTITUTO FEDERAL DO AMAZONAS; FRANCISCO CELIO MAIA CHAVES, CPAA.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/383104O controle de pragas em grãos armazenados como Sitophilus zeamais, é feito por produtos químicos de diferentes classes toxicológicas que podem acarretar vários problemas como o acúmulo de resíduos tóxicos nos alimentos, contaminação do ambiente e surgimento de resistência entre os insetos (1). O uso de óleos essenciais (OE) é uma ferramenta promissora que já possuem comprovadas propriedades inseticidas e repelentes, oferecendo uma abordagem mais segura e ecológica para o manejo de pragas em grãos armazenados. O objetivo deste estudo foi avaliar o uso de óleo essencial de cinco plantas para potencial controle do Sitophilus zeamais. O experimento foi conduzido no delineamento inteiramente casualizado, utilizando os óleos essenciais de cinco plantas: Erva-cidreira (Lippia alba), Aloysia (Aloysia citrodora), Óleo elétrico (Piper callosum), Pimena-longa (Piper hispidinervum) e Pimenta de macaco (Piper aduncum), com cinco repetições na concentração de 20 μL/L.openAccessInseticida naturalGrãos armazenadosGorgulho do MilhoSitophilus ZeamaisPraga de PlantaÓleo EssencialAção inseticida de óleos essenciais no controle de Sitophilus zeamais em milho armazenado.Resumo em anais e proceedings