R. S. BERTON, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Solos e Recursos Ambientais/IAC; S. A. L. de ANDRADE, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Solos e Recursos Ambientais/IAC; C. A. de ABREU, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Solos e Recursos Ambientais/IAC; E. J. AMBROSANO, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, Regional Centro Sul, Piracicaba.; A. P. D. da. SILVEIRA, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Solos e Recursos Ambientais/IAC.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/476187O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da adição de Ni ao solo (0, 2,3, 10,5, 47 e 210 mg kg-1), na presença e ausência de calcário, sobre: o desenvolvimento do feijoeiro; a fitodisponibilidade de Ni e algumas características biológicas do solo. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em Latossolo Vermelho distrófico. A dose de Ni de 210 mg kg-1 causou a morte de todas as plantas, tanto na presença como na ausência de calcário. Houve aumento da produção de grãos de feijão no tratamento que recebeu calcário. A concentração de Ni dos grãos aumentou com o incremento de Ni no solo, ultrapassando o limite máximo permitido, de 5 mg kg-1 de matéria fresca, na dose de 2,3 mg kg-1, indicando que a aplicação de calcário não foi suficiente para reduzir os teores de Ni no grão de feijão a níveis apropriados para o consumo. Observou-se diminuição da biomassa microbiana do solo nos tratamentos com altas concentrações de Ni, que foi acompanhada por aumento no qCO2. O qCO2 foi um indicador adequado do grau de estresse que teve a comunidade microbiana do solo com a adição de Ni.openAccessAbsorção de níquelEfeitoBiomassa microbianaFeijãoMetal pesadoAdubo de EsgotoLodo ResidualToxicidade do níquel em plantas de feijão e efeitos sobre a microbiota do solo.Artigo de periódico