LUIZ FRANCISCO ZAFALON, CPPSE; Juliana R. P. Arcaro, Instituto de Zooctenia; Antônio Nader Filho, UNESP/Jaboticabal; Luciano M. Ferreira, Instituto Aequitas; Lívia Castelani, Instituto de Zootecnia; Fabiane Benvenutto, Instituto de Zootecnia.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/486472Os perfis de resistência de Staphylococcus aureus isolados a partir do leite de vacas com mastite, óstios papilares dos tetos e das teteiras foram estudados. As amostras de leite e dos óstios foram obtidas antes da ordenha dos animais e as das teteiras antes e durante a ordenha. Os testes de sensibilidade in vitro foram realizados de acordo com a técnica de Kirby e Bauer, utilizando-se 12 princípios ativos, com confirmação prévia de todas as amostras de S. aureus por técnicas moleculares. O perfil de resistência mais comum de S. aureus isolados no leite, óstios e insufladores foi à penicilina (48,3%, 36,8% e 25,9%, respectivamente). Além disso, em todas as fontes estudadas encontrou-se S. aureus com resistência à oxacilina, com características de ultiresistência a outros antimicrobianos. O tratamento da mastite bovina deve ser realizado somente após o conhecimento da sensibilidade dos microrganismos responsáveis pela etiologia da doença aos diversos antimicrobianos. O isolamento de estirpes resistentes à oxacilina ilustra os riscos de transmissão destes patógenos pelo leite.openAccessMastiteS aureusresistência a antimicrobianosLeiteInvestigação de perfis de resistência aos antimicrobianos em Staphylococcus aureus isolados na ordenha de vacas em lactação.Artigo de periódico