ROBERTO DA BOA VIAGEM PARAHYBA, CNPS; ANDRE JULIO DO AMARAL, CNPS; FLAVIO ADRIANO MARQUES, CNPS; MANOEL BATISTA DE OLIVEIRA NETO, CNPS; ALEXANDRE FERREIRA DO NASCIMENTO, CNPS; TONY JARBAS FERREIRA CUNHA, CPATSA.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/499350O objetivo deste trabalho foi avaliar a variação de umidade e resistência do solo à penetração em uma topossequência com sistema produtivo de cana-de-açúcar colhida crua e com queima no Tabuleiro, Coruripe-AL. Amostras deformadas foram coletadas nas camadas de 0 - 10; 10 - 20; 20 - 30; 30 - 40 e 40 - 60 cm para determinação da umidade gravimétrica e para granulometria. A resistência mecânica do solo a penetração foi medida por meio de um equipamento eletrônico penetrolog com cone tipo 2, na camada de 0 - 60 cm do solo, segmentada a cada 5 cm. A mata apresentou os maiores valores de umidade, seguido pela cana crua, tanto na superfície quanto em profundidade. No cultivo com cana-de-açúcar colhida crua em posição de topo na topossequência apresentou maior umidade no solo. A resistência mecânica à penetração teve os seus maiores valores nas camadas coesas entre 20 a 30 cm de profundidade nos três tratamentos, no topo. Os solos de encosta e de várzea apresentaram resultados relativamente maiores e crescentes de umidade e de resistência a penetração em profundidade, sem uma tendência clara quanto ao modo de colheita.openAccessTopossequênciaCana-de-açúcarSoil managmentSoloCompactação do SoloManejo do SoloUmidadeTeor de água e resistência mecânica à penetração em solos de Tabuleiros Costeiros sob formas de colheita de cana-de-açúcar.Artigo em anais e proceedings